Coaf sabe: PT é campeão em dinheiro estranho

Por Cláudio Humberto

Em 32 páginas, o Relatório de Inteligência Financeira nº 18.340 do Coaf revelou, em 2015, movimentação financeira de alguns dos principais líderes do PT, a começar pelo ex-presidente Lula, em cujas contas circulou espantosa receita de mais de R$ 53 milhões. Números bem mais significativos que os R$ 1,2 milhão movimentados por um motorista do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), de R$ 8 mil.

Palestras de araque
Lula virou deboche nacional ao afirmar que todo aquele dinheiro foi decorrente de “palestras”. Seriam as palestras mais caras do planeta.

Dinheiro sujíssimo
O rastreamento do Coaf de recursos mal e porcamente contabilizados pegou também o ex-ministro Antônio Palocci: R$ 216 milhões.

Palocci é quem sabe
Palocci foi coordenador das campanhas presidenciais do PT. Chamam de “coordenador” aquele que comanda a arrecadação de dinheiro.

Outro peixe grande
Outra figura fisgada pelo relatório do Coaf de outubro de 2015 foi Erenice Guerra, ex-ministra da Casa Civil de Dilma: R$26 milhões.

Cerimonial deve cair por ‘like’ contra Bolsonaro
Menos de um mês depois de sua designação para coordenar o cerimonial da Secretaria-geral do Gabinete de Transição, o embaixador Paulo Uchoa Ribeiro Filho deve ser afastado das suas atribuições. É que o entorno do presidente eleito descobriu nas redes sociais “likes” do diplomata a postagens críticas a Jair Bolsonaro (PSL), que que foi considerado falta grave, que colocou em xeque sua confiabilidade.

Experiência
Primeiro embaixador nascido em Brasília, Paulo Uchoa Ribeiro Filho já serviu em postos importantes como Paris, Nova York, Riad e Beirute.

Bom conceito
Paulo Uchoa Ribeiro Filho é diplomata por mais de duas décadas e tem bom conceito entre colegas, apesar de considerado “muito vaidoso”.

Chanceler decide
O futuro chefe do Cerimonial deve ser escolhido em comum acordo com o futuro ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores).

Movimento estranho
Dirigentes do PT têm dito que estão “otimistas” quanto ao relaxamento da prisão do reeducando Lula. Devem ter bola de cristal ou sabem mais sobre voto de ministros da Segunda Turma do que supõe a vã filosofia.

Lições de democracia
As lições de democracia do discurso da presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, endereçadas ao dono da festa, Jair Bolsonaro, foram muito mal recebidas no governo de transição.

Vice tem nome
Na solenidade de diplomação dos eleitos, a ministra Rosa Weber saudou o vice-presidente eleito pelo nome, Hamilton Mourão, deixando de lado a patente de general. Isso pegou bem no governo de transição.

Fã-clube no poder
Considerado um dos melhores talentos de Brasília, o ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União (TCU), tem um fã de peso na equipe de Jair Bolsonaro: o futuro ministro Economia. Se dependesse da vontade de Paulo Guedes, Dantas seria ministro do novo governo.

O preferido de Bolsonaro
Em seu discurso, na solenidade de diplomação, o presidente Jair Bolsonaro se referiu ao deputado Rodrigo Maia como “companheiro”. Isso deu o tom do seu candidato preferido para presidente da Câmara.

Distância de políticos
Candidato ao conselho deliberativo do Funpresp, fundo de R$ 1,2 bilhão de 72 mil servidores federais, Márcio Costa quer manter distância de partidos e dos políticos, cientes de que essa gente é capaz de vender a própria mãe, como dizia Leonel Brizola. A eleição será em fevereiro.

Sem disfarçar
Senador não reeleito e presidente nacional do MDB, Romero Jucá (RR) mal disfarça sua alegria com a intervenção federal no governo da sua inimiga Suely Campos (PP). Faz parecer que a ideia foi dele.

Invasão pernambucana
Além da rede hoteleira, as casas dos amigos do ministro José Múcio em Brasília estão lotadas de convidados pernambucanos à sua posse na presidência do Tribunal de Contas da União (TCU), hoje, às 10h.

Pergunta não-eleitoral
Se a eleição só volta daqui a dois anos, o que faz a Justiça Eleitoral até lá?

poder sem pudor Arte / Metro Jornal

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