O lago está podre

Por André Machado

Famoso pelos seus patos e por estar em meio a uma das mais frequentadas áreas verdes de Porto Alegre, o laguinho do Parcão está em situação de miséria. No final de semana, as águas estavam verdes com o excesso de algas e com o lodo que subiu e coloca em risco a vida no ambiente. A chuva de sábado evitou uma medida emergencial que vinha sendo preparada: um caminhão-pipa para levar água limpa ao local.

calamidade. De acordo com o secretário do Meio Ambiente e Sustentabilidade, Maurício Fernandes, a situação é de calamidade. Uma das medidas que precisam ser levadas adiante é o desassoreamento do lago. O custo está sendo calculado e prevê a proteção da vida. Uma das preocupações é com o excesso de plantas exóticas, como o papiro. Só a raiz tem mais de três metros de comprimento.

cuidado com a vida. Além dos patos, cágados, correm risco tilápias, carpas e cascudos que vivem no lago. A vereadora Lourdes Sprenger (MDB) tem cobrado melhorias. Segunda ela, cágados morreram na semana passada e patos estão machucados. Ela defende a realização de um censo da vida animal. “Houve um aumento de espécies”, garante. A vereadora reivindica a colocação de placas com a proibição de jogar alimentos na água.

aliás. É quase impossível uma boa caminhada no parque Moinhos de Vento no dia seguinte a uma chuva. Foi assim no domingo. Muitas poças d’água, barro e uma drenagem que não funciona (cujas obras estão no fim). A boa notícia é que o passeio que rodeia o parque está quase pronto. Ao menos a estrutura de concreto, com piso tátil, não será afetada com as chuvas.

nos estados unidos. No último dia de agenda em Washington, a comitiva da capital gaúcha busca hoje recursos para a mudança do Hospital Materno Infantil Presidente Vargas. A intenção é deixar a congestionada avenida Independência e se transferir para a avenida Erico Verissimo, em frente ao ginásio Tesourinha. Via PPP. Amanhã, a missão estará em Nova York.

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