Espiões cubanos terão de abandonar o Brasil

Por Cláudio Humberto

Logo após a posse do presidente Jair Bolsonaro, em janeiro, o governo terá de enfrentar um problema simbólico: a retirada imediata, talvez mediante expulsão, de centenas de espiões cubanos, em sua maioria, e também venezuelanos instalados no Brasil durante os governos Lula e Dilma. A maior parte dos “agentes de inteligência” de Cuba chegou ao Brasil em meio aos dez mil cubanos do programa “Mais Médicos”. A ditadura usa seus médicos e também os agentes como mercadorias.

Monitoramento

Arapongas cubanos vigiam os compatriotas do “Mais Médicos” e ao mesmo tempo monitoram as autoridades brasileiras dos três poderes.

Soberania no lixo

Admiradora da eficiência dos espiões cubanos, Dilma propôs “acordo de cooperação” com a ditadura na área de “inteligência”, mas recuou.

Assunto inadiável

O general Augusto Heleno, a quem a Agência Brasileira de Inteligência ficará subordinada, admitiu ter tomado conhecimento informal do tema.

Padrão ditadura

A segurança pessoal do ditador Nicolás Maduro e o serviço secreto da Venezuela estão a cargo de cubanos, considerados muito violentos.

No DF, Ibaneis mantém adversário no cargo

Atitude incomum em política foi adotada nesta quarta-feira (7) pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB): ele convidou a permanecer no cargo um dos mais importantes integrantes do governo atual, de Rodrigo Rollemberg (PSB), que o atacou pessoalmente, durante a campanha. Sem demonstrar rancor, convidou Júlio Cesar Reis, a continuar presidindo a agência de desenvolvimento Terracap.

Escolha feliz

Executivo arrojado e funcionário de carreira do órgão, Júlio Cesar Reis sempre foi considerado uma escolha feliz do atual governador do DF.

F1 em Brasília

O presidente da Terracap definiu prioridades com Ibaneis, incluindo fechar parcerias no autódromo para sediar a Fórmula 1 em Brasília.

Mané será privado

Outras parcerias com o setor privado devem avançar, em Brasília. A gestão do Estádio Nacional Mané Garrincha será logo privatizada.

TCU na OAB

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu submeter as contas da OAB à fiscalização, como esta coluna antecipou ontem. A entidade, que não recebe recursos públicos, não vai se conformar com a decisão.

Molecagem contra o País

A decisão de senadores enrolados na Justiça de aprovar o aumento bilionário do Judiciário foi uma molecagem contra as contas públicas: o País quebrado gastará até R$6,5 bilhões com isso só no primeiro ano.

No lugar certo

Com corajosa atuação em defesa do agronegócio, único setor que só dá boas notícias ao Brasil, a deputada Tereza Cristina será a 122ª pessoa a assumir o Ministério da Agricultura, e a segunda mulher.

Suspeitíssimo

A Caixa suspendeu uma licitação de R$120 milhões para contratar três agências de “live marketing”. Órgãos controladores questionaram as suspeitas de direcionamento reveladas no site Diário do Poder.

Tricô gaúcho

Gaúchos e colorados fanáticos, o atual ministro de Governo, Carlos Marun, e o futuro ministro da Casa Civil, Onix Lorenzoni, tricotaram sem parar durante a coletiva dos presidente Temer e Bolsonaro.

Tudo como sempre

Historicamente, nos EUA, o partido do presidente eleito tem a maioria na Câmara durante os dois primeiros anos do primeiro mandato. Nos outros dois anos, vira. Foi assim com Clinton, Bush, Obama e Trump.

General Simpatia

O futuro chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, caiu nas graças das pessoas que estavam no Planalto durante a visita de Bolsonaro, ontem. Era só simpatia

Alô, Procon

Clientes Cetelem, operadora de cartões, foram alvos de uma armadilha criminosa. Ao fazer a leitura do código de barras na fatura, o valor do pagamento é inserido automaticamente. Até aí tudo bem. Mas não o total da fatura, é o valor mínimo. O restante terá juros de 732,43%.

Pergunta na Justiça

Além de matar quatro covardemente, o que o “ativista” Cesare Battisti precisa fazer para ser chamado de terrorista na imprensa brasileira?

poder sem pudor Arte / Metro Jornal
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