Qual brinquedo eu dou?

Por Ivana Moreira

Escolher um brinquedo de qualidade para uma criança pode não ser tarefa fácil. Não faltam propagandas que insistem em convencer e vender o brinquedo ideal. Influenciada pela mídia, a criança acaba “exigindo” aquele  que de tanto ser visto se tornou desejado. E os pais acabam acreditando que dar o tal item é garantir a felicidade do pequeno. Afinal, negar seria o mesmo que traumatizar. Será?

Segundo a pedagoga Cristina Cançado, fundadora do site “Mães que Educam”, é preciso entender qual o papel do brinquedo na vida e no desenvolvimento da criança. “O brinquedo é só a ponte entre a criança e o brincar”, explica ela. “Através dos brinquedos e das brincadeiras, a criança dá sentido ao mundo que a rodeia, desenvolve seu potencial criativo e investigativo.”

Simples, baratos, instigantes

Brinquedos de altíssima qualidade estão ao nosso alcance, bem à mão. São simples, baratos, instigantes, resistentes, voadores, mágicos…
E, às vezes, você nem precisa gastar dinheiro. Mas, para encontrá-los, é preciso ampliar o olhar e não se deixar convencer pela propaganda.

Como as crianças enxergam

Basta olhar para o mundo com uma criança faz e entender que tudo pode ser brinquedo. É assim que elas enxergam (e você já enxergou um dia):

  • Papel pode se transformar em bola, avião, barco, chapéu.
  • Recipientes limpos e vazios de materiais que você usa em casa podem se transformar em carro, boneca, robô.
  • Um cabo de vassoura pode se transformar em foguete, cavalo.
  • Folhas e gravetos secos de árvores podem se transformar em varinha mágica, estrada, ponte.
  • Conchas, pedras, tampas podem se transformar em coleções raríssimas.
  • Lençóis podem se transformar em castelo, cabana, navio.
  • Cadeiras e mesas podem se transformar em túnel, caverna.
  • Farinha trigo pode se transformar em massinha de modelar.
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