Alckmin sofre debandada, e perderia no 2º turno

Por Cláudio Humberto

Pesquisas não confirmam o suposto “favoritismo” de Geraldo Alckmin (PSDB) em eventual segundo turno, como divulga sua propaganda, e pior: após o “centrão”, até os próprios tucanos participam da debandada. Em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país com 15,7 milhões de eleitores, o candidato a vice do favorito Antonio Anastasia (PSDB) já pede “voto útil” em favor do candidato do PSL. Marcos Montes fala abertamente em “mãos dadas” com Jair Bolsonaro.

Bye, bye, Geraldo

Reinaldo Azambuja, candidato do PSDB à reeleição no governo do Mato Grosso do Sul, também admite publicamente apoio a Bolsonaro.

Terreiro tucano

Em São Paulo, terreiro de Alckmin, o candidato ao governo João Doria (PSDB) tem sido pressionado pelos eleitores a apoiar Bolsonaro.

Qualquer cenário

Levantamento do Paraná Pesquisa divulgado nesta quarta (26) mostra que Alckmin perderia em qualquer 2º turno (registro BR-03512/2018).

Contra os grandes

Alckmin perderia para Bolsonaro de 42,1% a 38,2% e para Fernando Haddad (PT) de 36,3% a 35,8%, segundo o Paraná Pesquisa.

Vídeos ‘ele não’ recebem enxurrada de ‘dislikes’

Vídeos de celebridades contra a candidatura presidencial de Jair Bolsonaro (PSL), divulgados no YouTube, têm recebido enxurrada de manifestações de desagrado (ou “dislikes”), que superam em muito o número de “likes”, curtidas de apoio à mensagem. O vídeo da cantora pop Anitta, por exemplo, até o fechamento da coluna, tinha a aprovação de 17 mil pessoas, contra 783 mil “descurtidas” do vídeo.

Diferença grande

O vídeo onde Daniella Mercury também se posicionou pelo “#Elenão” teve 19 mil likes (favoráveis) contra 1 milhão de dislikes.

Letícia’s deslike

As atrizes Letícia Sabatella (11 mil likes e 790 mil “dislikes”) e Letícia Colin (10 mil contra 650 mil dislikes) também aderiram ao “#Elenão”.

Menções

A hashtag “Elenão” recebeu pouco mais de 14,5 mil menções nas redes sociais nas últimas 24 horas, segundo o site Hashtracking.

Emprego abandonado

Após o recesso de julho, deputados e senadores decidiram abandonar o trabalho e fazer campanha. Qualquer trabalhador normal que tente fazer o mesmo seria demitido por abandono de emprego.

Só três cresceram

Apenas Jair Bolsonaro (PSL), Fernando Haddad (PT) e João Amoêdo (Novo) subiram entre os levantamentos de 11 e 25 de setembro do Paraná Pesquisas, registrados no TSE sob número BR-03512/18.

Dinheiro extra

O Senado aprovou projeto que destina 30% das multas de trânsito para o SUS, que cuida dos acidentados. A relatora Marta Suplicy (MDB-SP) diz que o valor extra não entra na conta dos gastos mínimos em saúde.

Apoio que pega mal

O apoio de Renan Calheiros a Haddad está custando caro ao candidato do PT a presidente. No debate do SBT, nesta quarta (26), Marida (Rede) criticou o beija mão do petista ao senador do MDB-AL.

Como governar

A editora Topbooks promove nesta quinta, em Salvador, o lançamento do livro “Como governar um Estado – o caso da Bahia”, de Joaci Góes, jornalista e ex-político que nunca teve medo das malvadezas de ACM.

Sapecada

No debate do site Midiamax, o governador Reinaldo Azambuja, que disputa a reeleição no MS, deu uma sapecada no ex-juiz Odilon (PDT): “Não cuidou do cofre da sua sala, vai dar conta de cuidar do que no Estado?” Referia-se a dinheiro que teria sumido de sua sala na Justiça.

Aliado nos olhos dos outros

Em 2014, Rogério Rosso (PSD) fez a indicação, que se revelaria desastrosa, do vice do então candidato Rodrigo Rollemberg (PSB). Agora candidato, Rosso não escolheu o mesmo vice para sua chapa.

Só depois da eleição

A votação do projeto da privatização de seis distribuidoras de energia deficitárias está pronto para votação no plenário do Senado há mais de 20 dias, mas a “folga” para as campanhas a adiaram para 9 de outubro.

Pensando bem…

…o debate no SBT mostrou que nem mesmo os candidatos acreditam em pesquisas eleitorais.

poder sem pudor Arte / Metro Jornal
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