Presidente do STJ quer Lula na penitenciária

Por Cláudio Humberto

O ministro João Otavio de Noronha, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), disse nesta terça-feira que a aplicação da Justiça pressupõe igualdade de tratamento, por isso defende que o ex-presidente Lula, condenado a pena de 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, deveria cumprir sua pena em um presídio, como qualquer apenado, sem a regalia da cela especial onde se encontra.

Como qualquer outro

“Esse cidadão” – disse Noronha, referindo-se a Lula – “deveria cumprir sua pena normalmente, como qualquer outro, em uma prisão”.

Prisão digna

O presidente do STJ ressalta que Lula não deve ser colocado “em um chiqueiro”. Para ele, as condições da prisão devem ser dignas.

Isonomia para Beira-Mar

A preocupação do ministro Noronha é com o precedente. Ou daqui a pouco “réus traficantes” podem pedir isonomia de tratamento.

Falta desencarnar

Noronha acha exagerada a atenção que se dá a Lula, inclusive na imprensa, o que contribui para dificultar o cumprimento da pena.

Facada catapultou Bolsonaro, que crescerá mais

Jair Bolsonaro subiu bem mais do que apontava pesquisas divulgadas segunda-feira (10), segundo o especialista Murilo Hidalgo, do instituto Paraná Pesquisa. Ele avalia que a facada reverteu uma curta trajetória de queda de Bolsonaro. O Ibope divulgou ontem nova pesquisa, 24 horas depois da primeira, “corrigindo” o crescimento de Bolsonaro de 20% para 26% e não 22%. A curva ascendente tende a continuar.

Curva era declinante

Bolsonaro “fez o mais importante”, diz Murilo Hidalgo: reverteu a curva declinante, provocada pelo tempo reduzido e a pancadaria do PSDB.

Voto feminino

Agora em curva ascendente e já com um quarto do eleitorado, Bolsonaro vê o apoio do voto feminino saltar de 14% para 17%.

O quadro mudou

A rejeição de Bolsonaro caiu mais que entre adversários, e ele já não é aquele candidato que perderia para qualquer outro, no segundo turno.

ONU ignorou Lula

Nenhum outro órgão de Direitos Humanos na ONU se meteu no “caso Lula”, além do comitê de ativistas. São 23 órgãos envolvidos no assunto, incluindo o Alto Comissariado e a própria Assembleia Geral.

País insano

Ainda bomba nas redes sociais o vídeo em que Dilma afirma, microfone em punho, que houve uma época em que no Brasil “os índios murriam sem assistência técnica”. E pensar que ela presidiu o Brasil…

Era o que faltava

Candidato ao governo do Pará, Helder Barbalho (MDB) foi denunciado por roubar celulares de um eleitor de 25 anos que o indagou sobre as acusações contra ele. Consta do Boletim de Ocorrência que ele invadiu a casa do rapaz à força. O caso foi revelado no site Diário do Poder.

Enxugamento necessário

O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr, admitiu que a estatal tem “até 2.400 funcionários a mais” que o necessário e quer reduzir até o fim do ano para 12 mil funcionários, metade do que havia em 2016.

Facada no Tesouro

Menos de uma semana após a facada em Bolsonaro, a Câmara aprovou relatório da MP que libera R$ 4,7 bilhões para hospitais filantrópicos e santas casas, como a que salvou o candidato.

A morte do boato

Quando começaram a prosperar boatos sobre o estado de saúde de Jair Bolsonaro, o roqueiro Roger, do Ultraje a Rigor, divulgou em seu Twitter uma foto ao lado do candidato, sorridente.

Peso insuportável

A Previdência Social é a área de atuação do governo federal que mais custou a cofres públicos este ano, segundo o Portal da Transparência. Até setembro, 56,57% do total de despesas. Exatos R$ 437,7 bilhões.

Perdeu relevância

No dia em que foi substituído como candidato do PT a presidente, Lula foi apenas o 3º político mais citado relacionado às eleições no Twitter, segundo a FGV/DAPP. Perdeu feio para Ciro Gomes e Jair Bolsonaro.

Pensando bem…

…após o advogado de porta de cadeia, o PT inaugurou nesta terça-feira a modalidade candidato de porta de cadeia.

CH Arte / Metro Jornal
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