Ficha suja, Dilma deve ter candidatura barrada

Por Cláudio Humberto

Dilma Rousseff não está livre da declaração de inelegibilidade pela Justiça Eleitoral, apesar do infame “fatiamento” no impeachment, que violentou a Constituição para poupar a petista da suspensão dos seus direitos políticos. Dilma é ficha suja: ela foi condenada por órgão colegiado (o plenário do Senado), no processo de cassação, e teve as contas de 2015 rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Uma coisa é uma coisa
O fatiamento não blindou Dilma dos efeitos da Lei da Ficha Limpa. Apenas não a fez perder os direitos políticos por 8 anos.

Presepada desautorizada
Se o Supremo Tribunal Federal for provocado, a tendência seria anular o fatiamento, segundo três ministros revelaram na época à coluna.

Cara-de-pau espantosa
Um dos ministros que mais se diziam espantados com o fatiamento, em conversas reservadas com os colegas, foi o saudoso Teori Zavascki.

Toffoli tem sua posição
O futuro presidente do STF, ministro Dias Toffoli, não está entre os admiradores do fatiamento indecoroso que tornou Dilma impune.

Na Europa, ‘coparticipação’ custa R$ 196 ao mês
É adotado na Europa há anos o sistema de coparticipação e franquias, que a Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS) tentou impor aos brasileiros para favorecer os planos de saúde. Na Europa, cliente desse sistema paga aos planos de saúde 45 euros por mês
(R$ 196), enquanto no Brasil o céu é o limite: a ANS garante às operadoras praticar valores criminosos. A agência acabou desistindo da ideia de jerico por causa da forte reação e com medo da CPI criada no Senado.

Plano, lá, é seguro
Quem opta por pagar 45 euros por mês “compra” na Europa o direito de arcar apenas com 40% de procedimentos médico-hospitalares.

Está tudo dominado
No Brasil, agências reguladoras, como a ANS, foram “capturadas” ou “aparelhadas” pelas empresas, que, em vez de regular, beneficiam.

Raposa no galinheiro
O diretor mais recentemente nomeado na ANS integrava uma banca de advocacia especializada em defender interesses dos planos de saúde.

Lesa-Pátria
A Petrobras aguarda recurso no Supremo da decisão Tribunal Superior do Trabalho que “revisou” um acordo da empresa com os funcionários, adicionando multa de R$ 17 bilhões e mais R$ 2 bilhões a mais por ano.

Listão dos inelegíveis
O Tribunal de Contas da União entregou ao Ministério Público a lista de 7,4 mil gestores cujas contas foram reprovadas. Para serem declarados inelegíveis para o pleito de outubro, como prevê a Lei da Ficha Limpa.

Ingratidão petista
Petistas são ingratos. Em Alagoas, aceitaram cargos em troca de apoio ao governo local e o pai do governador vive adulando Lula, o corrupto. E foram recebidos com hostilidade na convenção petista, domingo (29).

Ultraje a Mandela
Em vigoroso artigo para o site Diário do Poder, o presidente do PPS, deputado Roberto Freire (SP), demonstra que comparar Nelson Mandela, mártir na luta pelos direitos humanos, a Lula, um condenado por corrupção, “é um acinte à memória do líder sul-africano”.

Onde turismo é um perigo
A família e amigos da brasileira Júlia Sampaio estão aliviados. Ela teve pertences e documentos roubados em Budva (Montenegro) e sofreu muitos constrangimentos. Mas recebeu toda assistência da embaixada do Brasil em Belgrado, chefiada pela embaixadora Isabel Heyvaert.

Outro presidiário candidato
Mesmo preso na Operação Lama Asfáltica, o ex-governador André Pucinelli (MDB) pretende ser candidato a deputado federal. A senadora Simone Tebet vai substituí-lo na disputa pelo governo estadual.

Para que serve vice?
Ao contrário do Brasil, onde basta o presidente titular viajar ao exterior para ser substituído, o vice assumiu apenas nove vezes, na história dos Estados Unidos: 8 por morte e uma por renúncia, de Richard Nixon, em 1974.

Preso e candidato
Preso ou não, “ele [Lula] vai ser o nosso candidato. Não há restrição para isso”, tem dito a senadora Gleisi Hoffmann para enganar trouxas. Se de fato registrar candidatura, Lula deverá ser barrado pela Justiça.

Pensando bem…
…o PT já tem idade para saber que preso político e político preso são coisas bem diferentes.

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