Quase 65% ainda não têm candidato a presidente

Levantamento do site Diário do Poder junto às pesquisas realizadas no primeiro semestre, em todo o país, mostra que 64,5% dos eleitores não se sentem representados por qualquer um dos 28 pré-candidatos a presidente, até agora lançados. Isto porque 39,5% ainda esperam por um novo nome para definir seu voto e cerca de 25% dos eleitores já definiram que vão mesmo votar nulo para presidente, em outubro.

Longe do percentual real

A intenção de voto para presidente, apurada em pesquisa, reflete apenas o percentual do candidato sobre os 35% dos votos já definidos.

Candidaturas limitadas

A soma dos votos em Jair Bolsonaro (PSL), Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT), nas pesquisas, está longe do total de votos indefinidos.

Perdidos e desorientados

A indefinição tem deixado os partidos atordoados. Alguns, como PT, MDB e PSDB, têm mais de um nome cogitado para presidente.

Chance de ouro

Com Lula ficha suja e preso, a pulverização de candidaturas pode propiciar que um candidato dispute o 2º turno com resultado baixo.

Até refinaria quer se livrar dos atravessadores

Ganhou um aliado inesperado a luta dos produtores de etanol para se livrar dos distribuidores, que atuam como atravessadores para aumentar o preço final dos combustíveis: a Refit, nova marca da Refinaria de Manguinhos, iniciou campanha em favor da concorrência, defendendo a venda direta de etanol aos postos, para reduzir o preço final, e também para defender a venda direta de gasolina aos postos.

Diferença no bolso

“Imagina se os postos pudessem comprar gasolina direto da refinaria”, exorta o anúncio da Refit. “A diferença você sentiria no bolso”, conclui.

Resolução suspeita

A proibição de venda direta de etanol foi obtida pelo poderoso lobby de distribuidoras junto à Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Cartel não pode

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), do Ministério da Justiça, avalia a atuação cartelizada de distribuidoras.

Medo da concorrência

Única e Plural, entidades controlada por distribuidores de combustíveis, têm muito medo da concorrência com a venda direta de etanol ou gasolina. Pressionam o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, a não colocar em votação projetos que inauguram a concorrência no setor.

Era fake news

Já passou da hora daquele pedido público de desculpas dos institutos de pesquisa que “constataram”, sem margem de erro, o suposto “desinteresse” da maioria dos brasileiros pela Copa do Mundo.

A vez de Lula

Certa vez, Dilma disse ter torcido pelo Brasil em 1970, mesmo presa pela ditadura. Preso por corrupção em plena democracia, Lula não apenas torce, como pode assistir aos jogos da Copa de sua cela.

Ninguém tasca

Dono do Partido Verde há anos, Luiz Penna ignora completamente as pré-candidaturas a presidente e a vice dos filiados Celso Nonato e Hercules Goes. Nem as submete ao diretório do PV, se é que existe.

Medo do Huck

Ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga disse ter redigido plano de governo por medo de Luciano Huck se tornar presidente. “Eu pensei: vai que Luciano Huck se candidata e vai que ele se elege”, diz.

Aéreas abusivas

Os abusos das empresas aéreas não têm limite. Cobram até R$ 300 dos clientes incautos, mas, já na sala de embarque, convidam os passageiros a despachar mala de mão sem custos. Quem a despachou no check-in (e pagou), pagando caro, fica com cara de tacho.

Os insaciáveis

Com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) garantindo o abuso geral, a voadeira Gol achou uma nova forma de explorar o cliente: cobra R$ 10 por assento no corredor ou na janela, em qualquer fila.

Muro de empregos

Eleito presidente, Andrés Manuel López Obrador disse ter explicado ao homólogo dos EUA, Donald Trump, que acordo para gerar empregos no México reduzirá a emigração. E a necessidade de muro, faltou dizer.

Pensando bem…

…mexicanos podem mais uma vez dizer que jogaram como nunca e perderam como sempre.

claudio humberto Arte / Metro Jornal