Boa pergunta!

Por Ivana Moreira

Você já teve a impressão de que os diálogos com seu filho não estão levando a lugar algum? No caminho de volta da escola, você pergunta como foi a aula e ele diz “legal”. Pergunta o que ele aprendeu de novo e ele responde: “Não lembro”. E de qual professora ele mais gosta? “Todas”. Pode até ser que seu pequeno seja de poucas palavras, mas talvez seja você que não está fazendo as perguntas certas – ou do modo certo.

Questione do modo certo

Para estimular o pensamento do seu filho e ajudar você a conhecê-lo um pouco mais, seguem abaixo vinte questões que podem ajudar muito.

  • Qual foi a melhor coisa que já te aconteceu na vida?
  • Como seria o dia perfeito para você?
  • Qual a brincadeira mais legal do mundo?
  • Existe algum lugar na sua escola que você considere só seu?
  • Qual o professor você gostaria de ser quando crescer?
  • Você já teve um sonho maluco? Como foi?
  • Tem algum amigo que você queira ter sempre por perto?
  • O que torna uma pessoa boa ou ruim?
  • Se você fosse um super-herói, como você salvaria o mundo?
  • Qual sua parte favorita do dia?
  • O que você mais ama na nossa casa?
  • E o que você mudaria na nossa casa se pudesse?
  • Qual seu maior objetivo neste ano?
  • Com quem você gosta de conversar quando está triste?
  • Do que você sente vergonha?
  • O que você gosta de fazer que te deixa feliz?
  • O que gostaria de fazer e não faz porque tem medo?
  • O que você faz muito bem e pode ensinar aos outros?
  • Qual regra (da casa ou da escola) você nunca esquece? Você concorda com ela?
  • Qual foi a coisa mais importante que você já aprendeu até hoje?

Canal aberto

Os especialistas em comportamento infantil são unânimes. A qualidade do diálogo entre pais e filhos pode fazer toda a diferença no desenvolvimento de uma criança. E um canal de comunicação bem construído na primeira infância certamente sobreviverá à adolescência quando os filhos, naturalmente, ficam mais fechados.

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