Exclusivo: Lula é quem mais envergonha o País

Levantamento exclusivo do instituto Paraná Pesquisa em todo o País para o site Diário do Poder mostra que o ex-presidente Lula, cumprindo pena por corrupção e lavagem de dinheiro, lidera a lista dos dez políticos que mais fazem vergonha aos brasileiros. Lula envergonha 26,4% dos entrevistados, seguido de Michel Temer (20,3%) e Aécio Neves (PSDB) 11,7%. Outro presidiário, Sérgio Cabral, tem 10%. Veja os detalhes e a lista da vergonha no site www.diariodopoder.com.br.

Ela envergonha

Retirada da Presidência da República em maio de 2016, Dilma Rousseff (8,6%) está em 5º lugar entre os que mais nos envergonham.

Cunha também

Símbolo da corrupção tanto quanto Lula, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, para 5,4%, também cobre o País de vergonha.

Dupla vergonha

Os senadores Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Renan Calheiros (MDB-AL) também estão na lista de políticos que fazem vergonha aos brasileiros.

Bolsonaro na lista

Para 4,9%, Bolsonaro envergonha, e Alckmin, 1%. Foram 2002 ouvidos em 154 cidades, de 27 de abril a 2 de maio. Nº BR-02853/2018/TSE.

TCU acaba farra de policiais cedidos a gabinetes

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou o retorno imediato às corporações centenas de policiais militares, civis e bombeiros do Distrito Federal cedidos para atuar como assessores administrativos ou como seguranças de autoridades. Além do reforço nas corporações, o relator no TCU, ministro Bruno Dantas, ordenou o ressarcimento dos gastos com salários e benefícios ao cofre do Fundo Constitucional.

Os desviados

Policiais são requisitados para atuar como seguranças de autoridades. Só no gabinete do procurador geral do MP do DF havia 25 cedidos.

Reforço na segurança

O TCU fixou quinze dias de prazo para retorno de policiais em funções sem relação com a segurança pública e 30 dias para os demais.

Ritmo diferente

A única ressalva feita pelo TCU foi ao sistema penitenciário, que deve ter cronograma de retorno que não gere insegurança nas prisões.

Essa alma quer reza

Filiado ao Partido Comunista (PCdoB) e ateu, o governador Flávio Dino anda preocupado demais com o fogo dos infernos: o Maranhão tem 50 capelões, 36 nomeados por ele, sem concurso e salário de R$21 mil.

Alô, PF, alô, MPF

Ex-morador do prédio que desabou em São Paulo relatou ao programa “Bastidores do Poder”, da rádio Bandeirantes, métodos da milícia que explora famílias pobres: violentos, expulsam quem atrasa o “aluguel”, têm carros zero e vivem em casas “de luxo”, para líder “sem-teto”. 

Lobby dos distribuidores

Além de ambientalmente sinistra, a importação de etanol podre dos Estados Unidos, à base de milho, é economicamente criminosa: o Brasil é autossuficiente em etanol limpo, de cana. Em retribuição, os EUA sobretaxaram o aço e o alumínio produzidos pelos brasileiros.

Rumo à extinção?

O levantamento nacional do Paraná Pesquisas antevê uma derrota histórica do PT e seus aliados, em outubro: 61,2% dos eleitores dizem que não votam de jeito nenhum em candidato apoiado por Lula.

Magno vice

Jair Bolsonaro (PSL) prefere o popularíssimo senador Magno Malta (PR-ES) como seu vice, na chapa para presidente da República. Mas ambos são evangélicos, e isso poderia restringir a chapa.

Bom sujeito não era

O homem que despencou com o prédio quando seria içado, aparecia com frequência em redes sociais exibindo dinheiro e suas múltiplas tatuagens de palhaço, marca registrada de matador de policiais.

Ranking da rejeição

Levantamento Paraná Pesquisas mostra que 66,1% não votariam em Fernando Haddad (PT), 61,3% rejeitam Geraldo Alckmin (PSDB), 55% querem distância de Ciro Gomes (PDT) e 51,5% de Marina (Rede).

Bolso forrado

A onda de aquisições no ramo da educação, nos últimos anos, faz o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) rir à toa. É que cada análise de compra tem “taxa processual” de R$85 mi.

Pensando bem…

…sem privilégio de foro não haverá prejuízo, nem desaforo.

Poder sem pudor: quando o brejo cresceu

O então senador Eduardo Siqueira Campos, do Tocantins, era um inveterado otimista na campanha do tucano José Serra a presidente, em 2002: acreditava nas chances de José Serra quando a derrota era iminente. Prometia solenemente “lutar até as cinco da tarde” do dia da eleição, quando apareceu diante dele um jornalista perguntador:

– O senhor não acha que a vaca já foi pro brejo?

Ele respondeu na bucha:

– Não, mas admito que deu uma paradinha. E o brejo está crescendo.