Licitação das barcas vai sair do papel

Por Rodolfo Schneider

A Secretaria Estadual de Transportes vai lançar em algumas semanas a licitação para escolher a empresa que assumirá as barcas. Depois de nove audiências públicas, o texto do edital está sendo ajustado para publicação.

As linhas não poderão ser concedidas separadamente com a alegação de que as linhas entre Rio e Niterói geram lucro e equilibram o sistema com as outras deficitárias, como Paquetá e Ilha Grande.

A CCR quer deixar a operação das barcas há muito tempo. Alega que a conta nunca fechou e dá prejuízo à empresa. O serviço que hoje atende pouco mais de 60 mil passageiros chegou a transportar 110 mil pessoas.

Análise técnica e não política

A cúpula da PM apresentou esta semana ao Gabinete de Intervenção o estudo para redução das UPPs. O projeto tinha sido descartado pelo governador Pezão, mas agora vai sair do papel. Algumas unidades continuarão da forma como existem hoje. A avaliação é que estas apresentam resultados positivos ou são simbólicas para o Estado. Muitas serão reduzidas para Companhias Destacadas, com menor contingente. E outras vão acabar porque só representam aumento de confrontos, vítimas e impactos negativos na comunidade. Os PMs liberados na reformulação vão reforçar o policiamento dos batalhões onde há maior número de crimes.

Notinhas

Nas internas. Firme nas reuniões e entrevistas, o novo Secretário de Segurança do Rio, General Richard Nunes, já ganhou apelido nos bastidores: bigode grosso.

novidade no metrô. O Metrô está fazendo testes para levar a linha 2 até o bairro de Ipanema. Hoje, quem sai da Pavuna tem que parar em Botafogo e fazer baldeação. Em breve, poderá seguir direto até Cardeal Arcoverde, Siqueira Campos, Cantagalo e General Osório. Serão necessários alguns ajustes de operação que podem demandar alguns meses. A estação General Osório já tem uma plataforma pronta para receber os passageiros.

buraco. Só nos dois últimos anos, o Governo do Estado deixou de colocar R$ 2,5 bilhões na área da saúde. A previsão no orçamento era de R$ 320 milhões por mês, mas foram repassados R$ 100 milhões. O resultado é a diminuição de cirurgias, leitos, atendimentos e etc… Segundo o Conselho Regional de Medicina, o panorama não é tão diferente nas redes municipal e federal. O Cremerj garante
que nunca tivemos um momento pior na saúde do Rio.

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