Visitamos a casa da nova Lara Croft

Por Omelete

Em maio de 2017, no mais britânico dos dias, fazia frio nos arredores da Wilton House, na Inglaterra. Uma leve chuva regava o verde que cercava a antiga mansão que abrigava a equipe responsável por “Tomb Raider: A Origem”, a mais nova adaptação para o cinema das aventuras de Lara Croft.

A casa foi usada para representar a Mansão Croft, lar de uma das personagens mais conhecidas da história dos videogames. Presente na cultura pop desde 1996, Lara Croft representa como poucos a evolução da qualidade narrativa nos jogos. Antes forçada a usar roupas coladas e pouco práticas, ela ganhou nova vida em 2013, com o elogiado reboot desenvolvido pelo estúdio Crystal Dynamics.

Depois de Angelina Jolie, quem vive Lara agora é Alicia Vikander, vencedora do Oscar em 2016. “Eu joguei os primeiros Tomb Raider quando tinha uns 10 ou 12 anos, no PlayStation do amigo do meu irmão”, relembra a atriz.

No filme, ela é uma jovem de 21 anos que trabalha como entregadora em Londres, navegando a cidade com uma bicicleta antiga e divide um flat com mais 10 pessoas.

Está claro que a intenção do filme é permitir que jovens, especialmente do sexo feminino, criem uma conexão com a personagem. Se, em outras versões, Lara Croft era quase um padrão inalcançável, “Tomb Raider: A Origem” quer humanizar a heroína.

Coluna Omelete 21 de março de 2018
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