Brincar sem brinquedo

Por Ivana Moreira

Restaurante, sala de espera de consultório, fila de banco, trânsito, trajeto de viagem. Estar com criança pequena nessas situações é estresse na certa. “A melhor saída é colocar em prática brincadeiras que não precisam de nenhuma estrutura para serem feitas e ainda dispensam o celular”, diz Flávia Pellegrini. A publicitária é idealizadora do movimento “Na Pracinha”, que incentiva o brincar na infância.

5 jogos para qualquer lugar

Flávia selecionou cinco brincadeiras antigas, que só dependem da disposição dos pais para entrar no jogo e que sempre distraem os pequenos. “E, de quebra, ajudam a estreitar ainda mais os vínculos entre pais e filhos”. Confira:

Ar, terra e mar: a criança escolhe uma das palavras. O adulto fala o nome de um animal que vive no ambiente que ela escolheu. Gaivota no ar, por exemplo. A criança diz o próximo animal e assim sucessivamente até não haver mais possibilidades e ser preciso mudar de ambiente.

Elefante voa: A criança fica de frente para o adulto. O adulto pergunta se determinado bicho voa.  Se voar, a criança tem de responder “voa” e fazer o gesto com os braços. Galinha voa? Pato voa? Elefante voa?

Continue a história: Você começa uma história inventada. “Era uma vez, uma menina que morava numa casa amarela. Um dia…” A criança continua inventando uma sequência e vocês vão se revezando na criação da história.

Com meus olhinhos: Escolha um objeto no ambiente onde estiver e cite a cor dele. “Com meus olhinhos, estou vendo algo verde”. A criança tem de explorar o ambiente até acertar a qual objeto você se referia.

Macaco disse: O macaco (ou o mestre) é quem determina o que a criança tem de executar.  “Macaco disse para subir a escada”. Somente as ordens do macaco devem ser obedecidas. Se disser somente “levante os braços”, a criança tem de ficar na posição anterior até que venha outra ordem do macaco.

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