TCU investiga esquema bilionário no DPVAT

Por Cláudio Humberto

Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) vai investigar esquema de fraudes de mais de R$5 bilhões no seguro obrigatório DPVAT, administrado pela Seguradora Líder, ao longo de dez anos. Tem todos os ingredientes de um caso de polícia: haveria aumento da despesa da Líder para justificar a fixação de valor maior do imposto no ano seguinte, além de pagamentos irregulares de sinistros e a advogados.

Bolada anual

A Seguradora Líder recebe 2% da arrecadação com o DPVAT, seguro obrigatório de todos os veículos como condição para circular.

Não foi mágica

Após a operação Tempo de Despertar, da PF, e uma auditoria inicial no DPVAT, o valor caiu 35% e gerou economia de R$3 bilhões em 2017.

Susep na mira

A investigação do TCU visa identificar falhas que “viabilizaram fraudes” e a atuação da Susep (Superintendência de Seguros Privados)”

Advogados idem

Auditoria inicial identificou R$946 milhões pagos a advogados, apesar do êxito “muito baixo”, e a despesa era usada para aumentar o DPVAT.

Próximo presidente deve ser otimista, diz estudo

A principal característica que o eleitor espera do próximo presidente da República é o otimismo, diz estudo da consultoria Cambridge Analytic Ponte com 1,2 mil pessoas no mês de janeiro. Para 52,8%, o líder deve ser otimista. Pedidos para escolher entre “presidente que nos diga o tamanho da crise ou como sair da crise”, 58,8% preferem “como sair”. O estudo foi realizado com pessoas de 18 a 55 anos, em todo o país.

Campo aberto

Um total de 44,7% dos brasileiros não identificam o pré-candidato a presidente mais otimista, neste momento.

Os mais citados

Entre pré-candidatos citados pelos eleitores, Jair Bolsonaro (PSC) lidera com 23,2%, Lula (PT) tem 18,7% e Marina (Rede) 6,3%.

Vozes das trevas

Ciro Gomes (PDT) tem a preferência de apenas 5% dos eleitores otimistas, e Geraldo Alckmin (PSDB) 2,3%.

A vingança da burocracia

A suspensão da aposentadoria do presidente Michel Temer, e pelo fato de não haver realizado prova de vida, é produto de pegadinha típica da burocracia. Quem mandou insistir na reforma da Previdência?

Mudanças no TSE

A partir do dia 14, Luis Roberto Barroso, do STF, será ministro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral. Os outros dois ministros do Supremo, Luiz Fux e Rosa Weber, serão o presidente e a vice do TSE.

Silêncio rompido

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, finalmente rompeu o silêncio e fez vigorosa advertência àqueles que ameaçam magistrados até de morte, por discordar de sentenças.

Brasileiro morto é normal

As mortes de brasileiros em meio à guerra aberta entre bandidos no Ceará e no Rio passaram batidas nas redes sociais. O Facebook não disponibilizou filtro para fotos de perfil com “je suis Ceará” ou “je suis Carioca”. A verdade é que “je suis” pobre ou nordestino não dá ibope.

Festa volta a crescer

Depois de três anos de queda, a expectativa do comércio é de alta na atividade econômica no Carnaval volte a subir. A CNC estima que o turismo movimente R$6,25 bilhões e crie 19,3 mil vagas temporárias.

Se depender da PGR…

O condenado Lula terá “inimiga” de peso no STF. A corte pede parecer da PGR em julgamentos. Raquel Dodge sempre defendeu e continua defendendo a prisão de condenados em segunda instância.

Pura enganação

A Câmara dos Deputados marcou a “volta ao trabalho” para esta sexta-feira (2). Mas como ninguém é de ferro e semana que vem já é Carnaval, trabalho pesado mesmo ficou apenas para o dia 20.

Aumentou a dívida

O valor total de dívidas cresceu em 2017, segundo levantamento do Serasa Experian. As dívidas em geral somavam R$ 122,9 bilhões em dezembro, valor 10,1% maior que o do mesmo mês em 2016.

Pensando bem…

…no fundo, no fundo, o recado do STF para Lula foi outro: se não for preso pela condenação em 2ª instância, vai em cana por desacato.

Poder sem Pudor: Hora de bajular

 

Nunes Freire era deputado estadual no Maranhão, no dia 1º de abril de 1964, quando apresentou uma moção de apoio às Forças Armadas. As notícias sobre o êxito do golpe ainda eram confusas, e os deputados engavetaram a moção. Dez dias depois, consolidado o golpe militar, retiraram-na da gaveta. Foi a vez de Nunes Freire se manifestar:

– No dia 1º essa moção era uma tomada de posição. Hoje, com a vitória do movimento militar, é uma ridícula bajulação. Sou o autor, retiro-a.

Os outros deputados ficaram com a cara no chão.

 

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