Tétano: proteja-se

O tétano é causado por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium tetani. (C. tetani). Há duas formas importantes de tétano:  neonatal e acidental. O tétano neonatal é causado pela falta de higiene, principalmente durante a ligadura do cordão umbilical em alguns partos feitos em condições mais complicadas (como aqueles feitos em casa com ajuda de parteiras mal orientadas), mas também pode ser causado pelos maus cuidados com o coto umbilical do bebê nos primeiros dias após o nascimento. O tétano acidental ocorre geralmente por feridas incidentais provocadas por quedas ou objetos cortantes contaminados, como pregos, vidros, arames e outros.

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Prevenção
                     

Há três formas de imunização: por meio de vacinas, do soro antitetânico, ou por imunoglobulinas contra o tétano.

O tétano, mesmo quando adequadamente tratado, pode levar a fraturas vertebrais e deformidades torácicas, hemorragias gastrintestinais, além de infecções bacterianas, como pneumonias ou infecções generalizadas, e formação de escaras de decúbito, ambas devidas ao longo tempo de internação hospitalar.

Contágio                       

Apesar de sua incidência ter diminuído significativamente, ainda há casos da doença, principalmente em áreas rurais, onde a cobertura vacinal é menor. Em áreas mais precárias, ainda ocorre tétano neonatal, devido à falta de assistência à gestante. O tétano não é uma doença contagiosa, sendo fundamental que ocorra a contaminação por contato direto da bactéria com alguma lesão na pele.

Lembre-se, 90% dos casos de tétano ocorrem em adultos por atraso ou ausência de vacinação. Aproveite que irá ao posto se vacinar contra a febre amarela e se vacine contra o tétano. Adultos têm duas opções: a dupla tipo adulto (previne tétano e difteria) e a tríplice bacteriana adulto (difteria, tétano e coqueluche).
Fique bem, cuide-se bem!