Mas o que é isso, Trump?

Donald Trump está fazendo uma revolução tributária no país mais rico do mundo. Se seu estilo politicamente incorreto já era suficiente para inflamar os esquerdistas tranquilos, imaginem agora que o homem está baixando drasticamente os impostos para promover ainda mais prosperidade aos norte-americanos. Mas o que é isso? Vai faltar rivotril no mercado! A redução gigante de tributos vai fazer o que é certo: deixar mais dinheiro nas mãos de quem o gera, cidadãos e empresas.

Apesar disso, por aqui tem gente criticando. Surreal! Para algumas cabecinhas, baixar impostos é ruim, temerário. Esses mesmos de sempre acreditam que é melhor o governo ficar com a grande fatia do bolo. Herdeiros de Marx e Mussolini. Estupidez pura! Para eles, o governo sempre vai cuidar melhor da grana da gente do que a gente mesmo. E justificam das mais variadas maneiras. “Vai aumentar o deficit e vão cortar os programas sociais”, dizem uns. “Vão acabar com a saúde e a inflação vai fugir ao controle”, dizem outros. Mas a melhor de todas é ouvir que “muitos milionários são contra pois é saudável pagar impostos”. É um festival interminável de bobagens ditas por uma zumbilândia que surgiu após décadas de doutrinação nas escolas e em setores da mídia.

Nunca é demais recordar que governos não criam riqueza, apenas se apropriam dela, com sua vocação de parasitas da sociedade. Quem arrisca tudo para gerar desenvolvimento, renda, negócios, empregos, inovação, prosperidade etc. são as pessoas e empresas dentro de um ambiente de liberdade econômica e incentivo à competição. Convençam-se de que nenhum político ou governo sabe melhor do que quem trabalha e produz onde é melhor colocar o fruto, pois não foram eles que geraram. Quando o governo se mete em qualquer coisa, os custos de transação encarecem, mesmo em países evoluídos como os EUA. Governos são sempre mais lerdos, menos eficazes, mais incompetentes e mais corruptos do que qualquer coisa da iniciativa privada, mesmo que esta esteja longe do ideal.

Só os muito sequelados ideológicos e os invejosos da prosperidade alheia podem ser contra redução de impostos. Quanto ao deficit, em parte será suprido pelo próprio aquecimento da economia, mas também forçará o Estado a diminuir de tamanho.

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