Derrocada dos Correios chegou pelas mãos do PT

Por Cláudio Humberto

A grave crise vivida nos Correios se estabeleceu em 2011, quando o militante petista Wagner Pinheiro presidia a empresa. O lucro líquido do primeiro semestre daquele ano foi de R$ 500 milhões, ainda decorrente da gestão anterior. Mas, a partir de então, o inchaço pode até ter engordado o caixa das entidades sindicais, mas levou os Correios a registrarem prejuízo bilionário pela primeira vez em sua história.

distribuindo escassez

Em 2011, os Correios distribuíram R$ 89,5 milhões como “participação de lucros” aos funcionários da empresa, que hoje totalizam 108 mil.

A ruína se estabeleceu

Em 2015, último ano de Pinheiro no comando, os Correios registraram o maior prejuízo da história da empresa: R$ 2,1 bilhões.

Incompetência

Em 2011, estudos da estatal indicavam que a capacidade de entregar as correspondências se esgotariam em um ano e meio. Nada foi feito.

Só podia dar prejuízo

Na campanha de 2014, Pinheiro foi visto várias vezes longe do seu local de trabalho, fazendo campanha para o PT fora de Brasília.

PP troca delegado que acabou cartório bilionário

A decisão do delegado federal Elmer Coelho Vicenzi de pôr fim ao monopólio da poderosa empresa B3/Cetip, no registro obrigatório de contratos de financiamento de veículos, pode ter determinado sua substituição pelo advogado paraibano Maurício Pereira na direção do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). Pereira é paraibano como o líder do governo na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP).

Mexeu num vespeiro

Foi corajosa a decisão de Elmer Vicenzi de acabar com o monopólio, apesar da forte influência da B3/Cetip em Brasília, desde os governos do PT.

Decisão elogiada

A decisão do ex-diretor do Denatran foi muito elogiada porque acabou com o monopólio, na verdade um cartório, e abriu o mercado.

Muito dinheiro em jogo

Após o registro dos contratos, negócio de R$ 500 milhões ao ano, a B3/Cetip temia perder também o monopólio dos gravames (R$1 bilhão).

Plenário deve confirmar

O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, acredita que o plenário do Supremo Tribunal federal (STF) vai referendar a liminar do ministro Gilmar Mendes que suspendeu a condução coercitiva – que, segundo ele, não tem qualquer previsão legal ou constitucional.

Um predestinado

O prefeito de Cabo de Santo Agostinho (PE) está sendo investigado por desvio de dinheiro do fundo de pensão dos funcionários municipais. O nome do prefeito do PSB é duplamente pesado: Lula Cabral.

Preto no branco

Omar Peres (ou Catito Peres), apontado como pré-candidato do PDT ao governo do Rio, fechou acordo com o dono da marca ‘Jornal do Brasil’, Nelson Tanure, e o JB velho de guerra volta a ser impresso em fevereiro. Deve imprimir diariamente na gráfica do rival histórico ‘O Globo’.

TSE vai mudar

O ministro Luiz Fux assume em fevereiro a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e já decidiu alterar o horário das sessões de quinta-feira. Em vez de à noite, serão realizadas na parte da manhã.

Quanta maldade

O maior problema para regulamentação do lobby segundo profissionais de relações institucionais, é que o projeto, datado de 2007, adquiriu antipatia adicional por ser do deputado Carlos Zarattini (PT-SP).

Dia do Reginaldo Rossi

Dia Municipal do Brega poderá ser comemorado em Recife em 14 de fevereiro, segundo projeto do vereador Wanderson Florêncio (PSC). É o dia de nascimento do saudoso cantor recifense Reginaldo Rossi.

Novo partido

A deputada Tereza Cristina (MS), que foi líder do PSB na Câmara, filiou-se ao DEM, pelas mãos do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e com o aval do líder do partido, Efraim Filho (PB).

Olho no vice

Faltam 292 dias para a eleição 2018, quando serão definidos deputados estaduais e federais, senadores, governadores, além do novo presidente. E é bom lembrar: seu vice também.

Pensando bem…

…liberando certos presos às vésperas das Festas, a Justiça às vezes dá a impressão de confundir indulto com insulto natalino.

Poder sem pudor: Buchada e gentileza dão votos

Em 1986, Miguel Arraes voltaria ao governo de Pernambuco derrotando um jovem político, José Múcio Monteiro, atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Roberto Magalhães, ex-governador, ajudava o adversário com sua falta de vocação para fazer agrados. Reza o folclore político que, em Quipapá, a mulher do prefeito, dono dos votos da região, recebeu feliz o ex-governador:

– Dr. Roberto, passei a noite preparando uma buchada para o senhor!

– Pois fez muito mal, minha senhora. Não como isso. A senhora espere o dr. Arraes passar aqui com sua corja de comunistas e ofereça a eles.

Arraes venceu em Quipapá. E em todo o Estado.

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