Após ‘mamar’ bilhões, Cuba agora esnoba o Brasil

Após “mamar” bilhões do Brasil, a ditadura de Cuba agora hostiliza o governo brasileiro. Retirou sua embaixadora e faz a grosseria de nem sequer responder aos pedidos de agrément para embaixador brasileiro em Havana. Somente em duas jogadas, nos governos do PT, em dois anos, Cuba embolsou R$ 7,2 bilhões do Brasil: R$ 2,7 bi para o porto de Mariel, construído pela Odebrecht, e R$ 4,5 bilhões do “Mais Médicos”.

Secou a fonte
A derrocada petista e a punição aos corruptos fez secar a fonte de dinheiro fácil, daí a hostilidade de Cuba contra o governo brasileiro.

Caras gentilezas
José Sarney (PMDB) refez as relações com Cuba, que sempre teve do Brasil apenas gentilezas. Só nos governos do PT, quase R$ 10 bilhões.

Sem embaixadores
Último embaixador brasileiro, Cesário Melantonio deixou Havana em 13 de abril. A embaixadora cubana foi retirada de Brasília há um ano.

Vítimas da grosseria
Cuba já recusou três indicações de embaixadores em Havana. A indicação mais recentemente ignorada foi a do diplomata Fred Meyer.

Com leilão, Maceió pode virar polo de etanol podre
A privatização do Terminal de Álcool de Maceió faz parte de um plano das distribuidoras de combustíveis para transformar o local no destino de etanol podre à base de milho, que essas empresas importam sem pagar impostos, para concorrer com o produto nacional, à base de cana, limpo e não poluente. A crueldade é fincar posição na região onde há maior resistência à importação de etanol poluente americano.

Terminal o quê?
Em Alagoas, autoridades e políticos em geral não parecem cientes das graves consequência da privatização do Terminal de Álcool de Maceió.

Não é comigo
O governador Renan Filho acha que é preciso “dar uma olhada” no leilão do Terminal, mas transferiu a tarefa à bancada de apoio a Temer.

Golpe ignorado
Outro alagoano ilustre, ministro Maurício Quintella (Transportes), disse não estar sabendo sobre o golpe no Nordeste representado pelo leilão.

Meia reviravolta
Antonio Imbassahy, às vésperas da primeira demissão por aclamação da história, voltou à briga para permanecer na Secretaria de Governo. Disputa o próprio cargo com João Henrique e Carlos Marun, do PMDB.

A escolha de Temer
Temer prefere João Henrique na Secretaria de Governo, mas, optando por outro, a relação entre os velhos amigos não se altera. Se ele descartar Carlos Marun, arruma um baita problema com o “centrão”.

Biruta de aeroporto
Enquanto os ministros Moreira Franco (Governo) e Henrique Meirelles (Fazenda) garantem que a reforma da Previdência será aprovada este ano, o líder do governo, Romero Jucá, prevê o mesmo para 2018.

Era do desperdício
Foram R$ 811 milhões em 2014, quando Dilma (PT) se reelegeu, para bancar partidos políticos em ano eleitoral. É o maior valor subtraído do contribuinte, na história, no tal “fundo partidário”.

Advogados admirados
O anuário da Análise Editorial identificou os mais admirados do País na advocacia, com destaque para o crescimento de escritórios (Nelson Willians, por exemplo, passou dos 1500 advogados). Em Brasília, a mais admirada continua sendo a banca Paixão Côrtes Advogados.

Amnésia seletiva
Levantamento Paraná Pesquisas mostra que 6,1% dos jovens de 16 a 24 anos não lembram em quem votaram para presidente em 2014, nem para deputado (6,5%). Acima dos 60, a amnésia é menor.

A bem do serviço
Foi demitido do serviço público, a menos de um ano da aposentadoria, o embaixador em Santa Lúcia (Caribe), Sérgio Couri, por graves irregularidades quando trabalhou na Argentina. Não é o primeiro caso.

Estreante com força
O apresentador Luciano Huck, cortejado para disputar a eleição 2018, teria 10,8% dos votos entre “estreantes” listados pelo instituto Paraná Pesquisas. Está à frente até do procurador Deltan Dallagnol (6%).

Pensando bem…
…para políticos já conhecidos, alterar as regras das eleições de 2020 é como o drone do Grêmio: só faz mal ao adversário.

Poder sem pudor: A batalha de Itararé
O ex-presidente FHC ainda se diverte quando lembra o dia em que destacou o embaixador Júlio César Gomes dos Santos para atuar como mediador da crise Peru-Equador.

“Engalanado e investido de poderes plenipotenciários” – recordou-se FHC, divertido, papeando com amigo – ele não pôde cumprir a missão: acabou protagonizando uma autêntica Batalha de Itararé – aquela que não houve.

Ao desembarcar, foi acometido de uma diarréia que durou cinco dias.