‘Almirante’ da propina é velho amigo de Lula

Por: Metro Jornal Brasília

Claudio-Humberto-colunista-grande-twitter300 É um velho amigo de Lula o “almirante Braga”, apontado por delatores como intermediário de propinas da Odebrecht pelo contrato no Prosub, bilionário programa de construção de submarinos.
Trata-se na verdade do Comandante Braga, capitão de corveta aposentado Carlos Henrique Ferreira Braga, tão ligado a Lula que até emprestou-lhe um avião para a campanha presidencial de 1989. No governo do amigo petista, Braga vendia remédios cubanos, mesmo produzidos no Brasil, como aspirina.

Apê de luxo
Braga recebe amigos em seu apê na Av. Portugal, nº 80, vizinho ao Iate Clube do Rio, na Urca. Luxuoso demais para um militar da reserva.

Viúvas da propina
A propina paga a Braga estava “embutida” no contrato da Odebrecht, dizem os delatores, e seria destinada a viúvas de vários almirantes.

Lobista ousado
Delatado por Luiz Eduardo Soares, ex-Odebrecht, o Comandante Braga é um milionário dono de 15 empresas, e conhecido pela ousadia.

Mar de dinheiro
Ex-almirante Othon Pinheiro, ex-Eletronuclear no governo Dilma, preso por corrupção, também recebeu propina do contrato dos submarinos.

Polícia de Maduro usa gás vencido ‘made in Brasil’
Venezuelanos denunciam que a polícia do semiditador Nicolás Maduro usa bombas de gás lacrimogêneo vencidas, compradas do Brasil, na repressão a manifestações contra o governo. As bombas foram adquiridas durante o governo Lula (PT), em 2010, mas seu prazo de validade, segundo fontes oficiais, venceu em 2015. Fotos de bombas de gás recolhidas por populares confirmam a data de validade vencida.

Oposição atesta
O deputado José Manuel Olivares denunciou que repressão política venezuelana usou gás vencido no “ataque” aos manifestantes.

Gás vermelho
Olivares também denunciou no Twitter que as forças policiais usaram bombas de “gás vermelho”, com produtos químicos desconhecidos.

Brasileira
“O Brasil, no governo Dilma, vendeu armas tóxicas e estamos sofrendo com isso”, brada o deputado oposicionista Luís Florido.

Dinheiro vivo
Marcelo Odebrecht admitiu em três delações diferentes que distribuía dinheiro em espécie a políticos e partidos. Só ao ex-tesoureiro preso do PT João Vaccari Neto ele entregou R$ 6 milhões em dinheiro vivo.

Batom na cueca
O ex-executivo da Odebrecht Energia Henrique Valladares, preso na Lava Jato, reservou R$ 12 milhões para o PT. É o valor de compra do terreno da nova sede do Instituto Lula, que acabou sendo devolvido.

Chance zero
Na Bahia, há uma certa desconfiança diante da ausência quase total de políticos baianos da lista de delatados pela Odebrecht, na Lava Jato. Político baiano sem receber grana da empreiteira? Chance zero.

Desfecho imprevisível
Fontes da Lava Jato avaliam que o inquérito contra o ex-governador do DF Agnelo Queiroz (PT), a partir da delação da Odebrecht, vai “crescer muito”, por envolver ao menos três grandes obras do seu governo.

Vida difícil na Embratur
A Embratur se complicou na licitação para contratar uma agência de comunicação digital por R$ 9 milhões. A vencedora, Talk, é de um amigo e conterrâneo do presidente da autarquia, Vinicius Lummertz. Além de tudo, a proposta é amadorística e fora dos padrões do edital.

Medalhistas do mal
Levantamento da Fábrica de Ideias em 3.732 notícias em jornais, sites e tevês, de 11 a 16 de abril, coloca em evidência o PMDB em 35% das citações negativas sobre a Lista de Fachin; PT tem 31%; e PSDB, 26%.

Lula lá
Lula e Dilma foram os políticos mais citados no noticiário sobre a Lista de Fachin. Ele, 949 vezes; ela, 876; Temer, 867. Os senadores Aécio (453) e Romero Jucá (375) e o ministro Eliseu Padilha (344) também estão no topo da lista do escândalo de delações da Odebrecht.

Latam de brincadeira
Passageiros da Latam foram mantidos em “cárcere privado” por duas horas, a bordo do voo 3722 (para Brasília), no aeroporto de Congonhas, até acabar a carga horária da tripulação. A clientela desrespeitada só foi avisada da troca de tripulação 1h30 após embarcar. O voo dura 1h20.

Cadeia na certa
As redes sociais não perdem a piada: “O Lula está que nem o Brasileirão de 1985… entre Bangu e Coritiba”.

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