Tecnologia já!

Por fabiosaraiva

jose-carlos-araujo garotinhoAinda está rendendo na mídia e na torcida aquele gol do Douglas que não foi marcado. Se o Maracanã mantivesse a tecnologia do gol, utilizada na Copa das Confederações, o Vasco não seria punido. De nada adianta crucificar o Rodrigo Castanheira que, errou por não ver, embora estivesse a cerca de 2 metros da bola. E o pior: foi consequência de uma bola parada, o que permitiu que o chamado assistente adicional ficasse postado de frente para a baliza. O que mais me surpreendeu foi a reação do Jorge Rabello, que comanda a arbitragem no Rio. O mínimo que teria de fazer é pedir um exame de vista urgente do seu profissional. Não é possível que ele, em perfeitas condições oftalmológicas, não visse a bola entrar. Já o árbitro e o bandeira não tinham o mesmo ângulo, e não podem pagar esta conta. O futebol pede socorro. Tecnologia já!

Se vivo fosse, Sócrates estaria completando 60 anos no dia de hoje. Foi ele um dos pioneiros do hoje badalado Bom Senso F.C., liderando vários movimentos em defesa da classe. Ele e o Afonsinho, do Botafogo, foram os primeiros na defesa de uma classe que só tem se mostrado unida nas peladas e nos churrascos.

Fiquei impressionado com a simplicidade do Rafael Nadal, número 1 do mundo, que está no participando do Rio Open. O cara foi ao Maraca no domingo, e, na tribuna, tive a oportunidade de ver de perto a maneira como atendia aos fãs. Eram fotos, autógrafos e atendia a todos com a mesma disposição. Deveria ser exemplo para alguns jogadores de futebol que a gente conhece.

Esperava que o Campeonato Carioca decolasse com a chegada dos clássicos. Mas não é o que a gente está vendo. No Vasco x Flamengo, que já foi o clássico dos milhões, só 13.245 pagantes. As razões você já conhece. Cada dia um horário, preços fora da realidade do torcedor carioca, e a qualidade do espetáculo.

Jayme da Almeida se firma cada vez mais como um técnico que vai ficar. As mexidas dele, domingo, mudaram o panorama do jogo. O Flamengo só conseguiu dominar o Vasco quando teve Muralha e Gabriel no campo. Tomara que o Eduardo Húngaro siga este caminho, pelo Botafogo.

José Carlos Araújo escreve às quartas-feiras no Metro Jornal do Rio de Janeiro. É também comunicador das rádios Bradesco Esportes e Bandnews FM e apresentador do “ Donos da Bola “, na tela da Band.

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