Mercado de luxo e desafios na educação

Por fabiosaraiva

fabio-brancatelliO Bicofino realizou no JK Iguatemi o evento Journée du Luxe, uma verdadeira revisão de conceitos do mercado de luxo na visão das principais autoridades no assunto do Brasil.

É fato que a febre de consumo cresce desde a abertura das importações em 1992, impulsionada pelas grifes internacionais que chegam todo ano por aqui. Esse crescimento, de 12% ao ano, vem acontecendo principalmente fora do nicho de mercado original, na chamada nova classe média, incluindo aí a discriminada turma dos “rolezinhos”.

Porém, o que mais chamou a atenção não tem a ver com números, e sim com comportamento. O mercado de luxo, hoje, exige uma série de ingredientes que esbarram (ou melhor, batem de frente) na educação. Algumas pessoas e marcas se dedicam tanto a criar atmosferas tangíveis de valor aquisitivo, mas nem sempre são tão bem percebidas quanto aquelas que, apenas com valor afetivo, cuidado e elementos simples, obtém melhor resultado.

Na consciente China, a desaceleração do crescimento sugere redução de extravagância e ostentação. Difícil encontrar um “Rei do Camarote” por lá.

Dos emergentes, o Brasil é o que tem maior atração. Nosso jeito e lifestyle agrada o mundo, somos um país latino que tomou o espaço que pertenceu à Itália há décadas atrás.

Mas precisamos melhorar em educação, perceber melhor o outro, entender que tem sempre alguém à frente e muitos em situação de calamidade.

 

O FINO DA SEMANA

Multicase e We Clap agitam o final de semana! Sexta tem Baile do Movimento em comemoração aos 84 anos da escola de samba Vai-Vai. E sábado tem edição da festa Jungle Party, com Inimigos da HP.

 

Fabio Brancatelli é empresário, publisher do Bicofino e consultor de marketing com 20 anos de mercado em grandes agências e empresas.

 

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