Bolsa-Família é ‘dinheiro na veia’ dos eleitores

Por fabiosaraiva

claudio-humbertoChamado pelo senador independente Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) de “o maior programa de compra de votos de todos os tempos”, o Bolsa-Família já distribuiu só no governo Dilma, em 2 anos e 10 meses, R$ 53,9 bilhões aos beneficiados. São transferidos R$ 1,5 bilhão por mês, em média, a eleitores pobres no País, sendo a metade do total no Nordeste, onde Dilma registra elevados índices de intenção de voto.

Critério político? A Bahia não é o Estado mais populoso, mas tem 10,1 milhões de eleitores e é governado pelo PT. Recebeu a maior fatia: R$ 6,9 bilhões.

Os não-baianos. Estados com população bem maior, como São Paulo, Minas, Pará, Pernambuco e Ceará recebem metade da bolada destinada à Bahia.

Perdeu, Chalita. PMDB deve antecipar a mudança do seu comando em São Paulo. O deputado Gabriel Chalita sequer aparece nas reuniões do partido.

Cargos, cargos. O presidente do Pros, Eurípedes Jr, sentou praça em Brasília, esta semana, barganhando cargos no governo e na Câmara dos Deputados.

Pele sintética. O ministro Marco Antônio Raupp (Ciência e Tecnologia) quer apoio à derrubada da lei que proíbe a importação de pele sintética, que poderia ser usada como alternativo para teste de cosméticos em animais.

Mexeu com ele. O secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, tirou o telefone da mão da mulher, Rita, dias atrás, para dar um fora num deputado estadual que a convidou a ser candidata. Ele mesmo diz que não quer concorrer a nada. Então, tá.

Pensando bem… …deveria entrar para “O livro Não Autorizado da Jabuticaba Brasileira” a votação no Congresso sobre biografias não autorizadas.

 

Poder sem pudor: Sabatina interrompida

O atual prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), filho prodígio do saudoso e espirituoso deputado Maurício Fruet, estava acompanhado do pai, na visita a uma escola, nos anos 80, em campanha para vereador. Um aluno passou a interrogar Gustavo sobre vultos da História (JK, Getúlio etc.). Até que menino, perguntador imparável, deu xeque:

– E Mem de Sá, o que ele fez pelo Brasil?

Maurício encerrou a sabatina:

– Ele fez o que pôde, meu filho.

E foi embora.

Com Ana Paula Leitão e Teresa Barros 

www.claudiohumberto.com.br

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