Estádio de MS sob suspeita de superfaturamento

Por talita

claudio-humbertoEstádio de MS sob suspeita de superfaturamento. O governo de Mato Grosso do Sul contratou por R$ 19,4 milhões a empresa Kango Brasil Ltda, única licitante, para fornecer e instalar 44,5 mil cadeiras na Arena Pantanal, construída em Cuiabá para a Copa de 2014. A mesma empresa cobrou bem menos, de R$ 12,7 milhões, para fornecer quase o dobro (72,4 mil cadeiras) ao Estádio Mané Garrincha, de Brasília, tantas vezes acusado de custar mais que os outros.

Zorra total. Depois do vale-cultura, vem aí o vale-tudo, caso o Supremo adie ou talvez até revogue a cadeia para os mensaleiros do governo Lula.

Final de Copa. A reta final do julgamento do mensalão liderou a audiência das TVs no Ibope. E o volume de tráfego de dados deixou a internet mais lenta.

Poder de ex. Além de manter influência sobre decisões na Fundação Banco do Brasil, como demonstram telefonemas gravados com autorização judicial, o petista Jacques Pena manda no Banco de Brasília, o BRB, que também presidiu. E deixou sua turma em postos estratégicos.

Só agora? Após denúncias de corrupção, o ministro Manoel Dias (Trabalho) tem repetido o mantra de que fará uma “devassa” em cerca de mil contratos. Seu chefe, ex-ministro Carlos Lupi, pode não gostar disso…

Bom entendedor. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a fusão das marcas de preservativos Olla e Jontex, diz seu presidente, porque é dever do Estado estimular o “crescimento” dos produtos.

Desvio de foco. Não é a espionagem americana que preocupa Dilma, mas a galopante deterioração das contas do Brasil, ameaçado de rebaixamento pelas agências internacionais de rating e de um retorno amargo ao FMI.

Poder sem Pudor: Acerto de Contas

Sem dinheiro para a campanha à reeleição, em 1954, o deputado Paulo Pinheiro Chagas (PSD-MG) acertou uma espécie de “cheque especial” com um primo, gerente de banco em Belo Horizonte. Precisou, passava cheque. Ao final da campanha, gastou mais do que o gerente esperava. Mas foi salvo por um bilhete premiado de loteria, que lhe daria uma quantia maior que a dívida. Jogou o papelzinho sobre o birô do primo, num gesto teatral:

– Carrasco dos endividados, receba, pague e credite!

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