Polícia investiga no DF petista ligado a Dirceu

Por fabiosaraiva

claudio-humbertoMandado de busca e apreensão na Fundação Banco do Brasil (FBB), em 29 de agosto, atirou no que viu e acertou no que todos já sabiam em Brasília: a influência do petista Jacques Pena nos negócios da instituição, que ele presidiu até há três anos e tem orçamento apetitoso, superior a R$ 200 milhões. Ligado ao ex-ministro José Dirceu, a quem trata por “Zé”, Pena é um dos acusados, segundo o juiz Frederico Ernesto Maciel, de “burlar a lei para desviar dinheiro público” na FBB.

Vapt-vupt. Pena atribuía ao “Zé” sua indicação para presidir o banco BRB, mas quem o nomeou e demitiu rapidinho foi o governador Agnelo Queiroz.

Quem manda. Em ligações gravadas com ordem judicial, Jacques Pena dá ordens a diretores da Fundação Banco do Brasil como se ainda a presidisse.

Paus mandados. Robson Rocha, um dos vice-presidentes do Banco do Brasil, e Eder Marcelo de Melo, diretor, são os paus mandados de Pena na FBB.

São umas bestas. Os idiotas do vandalismo e os radicais da estupidez tiraram o povo das ruas, sábado (7). A violência assustou as pessoas. E ainda esvaziou o jogo da Seleção. Esses Black Blocs são umas bestas.

Em família. Arquiteta, Janaína de Almeida Stédile agora chefia projetos e obras públicas na prefeitura de São Bernardo (SP). Sem concurso, a filha do porralouca do MST, João Pedro Stédile, ganhará R$ 7 mil por mês.

Ultimato do PPS. O presidente do PPS, Roberto Freire (SP), condiciona o apoio do seu partido a Eduardo Campos (PSB) para presidente ao anúncio imediato da candidatura contra Dilma, em 2014. Se até 20 de setembro isso não ocorrer, o PPS vai correr para o abraço com o tucano Aécio Neves.

Pensando bem… …agora não vaza só óleo no mar, mas também o endereço IP da Petrobras na internet.

 

Poder sem pudor: Fora de cogitação

José Carlos Aleluia (BA) era líder do então PFL e um dos maiores críticos do jeito encontrado pelo então presidente Lula para acomodar amigos que, derrotados nas urnas em 2002 e quase sempre despreparados, ocuparam cargos estratégicos no governo. Ele resumia a trapalhada numa frase:

– Com esse ministério sentimental, não há o menor risco de o governo dar certo…

Com Ana Paula Leitão e Teresa Barros 

www.claudiohumberto.com.br

 

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