Horário de verão pode ser extinto no Brasil a partir do ano que vem

Por Marcelo Freitas - Metro Brasília

Os moradores dos 10 Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e do Distrito Federal terão um sábado de 25 horas este fim de semana. Com o fim do horário de verão, à meia-noite de domingo, os relógios deverão ser atrasados em uma hora, voltando às 23h de sábado.

A necessidade da adoção da medida – que nesta edição durou 126 dias – voltará à discussão do governo.

O presidente Michel Temer chegou a cogitar extinguir o horário de verão no ano passado, mas, como não teve tempo hábil, adiou a decisão para 2018.

Impacto pequeno

Estudos ainda prévios do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) apontaram que a economia de energia tem “resultados próximos da neutralidade” para o sistema elétrico.

Nos últimos cinco anos, o valor economizado vem caindo ano a ano. Somente em 2013, o valor foi fora da curva e a economia atingiu R$ 405 milhões. O consumo menor tem ficado, na média, entre 2,1 mil megawatts e 2,5 mil megawatts.

Plebiscito em estudo

A Casa Civil é responsável pelos estudos e vai avaliar, além dos aspectos econômicos, os impactos, por exemplo, do maior aproveitamento da luz solar para a segurança e o turismo.

A organização de um plebiscito para consultar a população também está em análise, mas depende dos estudos de custo.

Edição reduzida

Se mantido este ano, o horário de verão será 15 dias mais curto. Começará em 4 de novembro, somente após o segundo turno das eleições, a pedido do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e terminará  em 17 de fevereiro de 2019.

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