11 investigados na Operação Lava Jato são soltos em Curitiba

Por Carolina Santos
Executivos deixam a sede da PF em Curitiba | Paulo Lisboa/Brazil Photo Press/Folhapress Executivos deixam a sede da PF em Curitiba | Paulo Lisboa/Brazil Photo Press/Folhapress

No final da noite desta terça-feira (18), 11 dos 24 presos na Operação Lava Jato deixaram a sede da Polícia Federal em Curitiba.

Eles foram liberados porque terminou o prazo da prisão temporária decretada a parte dos dirigentes de empreiteiras, que são acusados de envolvimento em suposta lavagem de dinheiro desviado da Petrobras.

Seis investigados tiveram as prisões preventivas decretadas: o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, e mais cinco pessoas, entre elas os presidentes das empreiteiras Camargo Côrrea, Dalton Santos Avancini, da OAS, José Aldemário Pinheiro Filho e da UTC, Ricardo Ribeiro Pessoa.

Todos os investigados que deixaram a cadeia saíram com os rostos cobertos, e nenhum quis falar com a imprensa. Eles, no entanto, estão proibidos de deixar o país e deverão entregar seus passaportes. Segundo o juiz Sérgio Moro, responsável pelas investigações, a atuação dos investigados precisa ser aprofundada, mas a prisão cautelar não se justifica.

Veja a lista dos investigados que foram liberados:

Valdir Carreiro (diretor-presidente da IESA)
Othon Zanoide (diretor da Queiroz Galvão)
Jayme de Oliveira Filho (sem empresa específica, ligado ao doleiro Alberto Youssef)
Alexandre Barbosa (OAS)
Walmir Santana (UTC)
Ildefonso Colares (ex-diretor-presidente da Queiroz Galvão)
Carlos Alberto da Costa e Silva (UTC)
Otto Sparenberg (diretora da IESA)
Newton Prado Junior (diretor da Engevix)
Carlos Eduardo Strauch (diretor da Engevix)
Ednaldo Alves da Silva (UTC)

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