Gafes, troca de farpas e “Universal” marcam debate no Rio

Por Nadia
Pezão e Crivella fazem debate na Band no Rio | Glaucon Fernandes/Eleven/Folhapress Pezão e Crivella fazem debate na Band no Rio | Glaucon Fernandes/Eleven/Folhapress

Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Marcelo Crivella (PRB) realizaram na noite desta quinta-feira na Band o primeiro debate do segundo turno na TV. E o clima esquentou com troca de acusações sobre “projetos não realizados”, participação da Igreja Universal e uma série de “gafes”.

Dentre as gafes, Pezão chegou a chamar Crivella de “governador”, o que arrancou risos da plateia no Teatro Oi Casa Grande, no Leblon – o candidato do PMDB se explicou, ao final do debate: “Chamei de governador da Igreja Universal”.

O candidato do PRB, por sua vez, derrubou um copo no palco e Pezão, gentilmente, ajudou a recolher os cacos.

O momento mais quente do debate ocorreu quando Pezão perguntou se Crivella colocaria membros da Igreja Universal no governo do Rio ou se daria cadeiras para o pessoal de Anthony Garotinho (PR), candidato derrotado no primeiro turno e que declarou apoio ao PRB.

“Pezão, minha mãe não vai mais apreciar o bom moço do interior, modesto, em você”, rebateu Crivella. “Foi o Garotinho quem te colocou na capital… Nunca misturei política com religião. É natural que, no Congresso, a bancada evangélica precisa ter sua representatividade.”

O candidato do PMDB rebateu Crivella. “O Renda Melhor e Renda Melhor jovem não tem intermediação de padre ou pastor… O Crivella [quando ministro da Pesca] colocou um membro da Universal em cada local”, afirmou.

Saúde e violência
Os candidatos comentaram reportagens do jornalismo da Band sobre dois problemas. No primeiro, Pezão falou sobre a falta de atendimentos em hospitais. “Precisamos ter conversa com o governo federal para integrar melhor a nossa rede de saúde, resgatar as emergências que foram fechadas”.

Crivella, por sua vez, falou sobre os assassinatos de policiais. “Chegamos a um nível de violência absurdo. As UPPs foram um avanço. Mas tenho um projeto de marcação da munição química para que quando tiver um tiro dado não tenha dúvida de quem disparou a bala. Temos de acabar com as impunidades dos bandidos”.

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