Paulo Roberto Costa deixa a carceragem da Polícia Federal em Curitiba

Por Carolina Santos
Ex-diretor vai cumprir pena em regime domiciliar no Rio de Janeiro | Antonio Cruz/Agência Cruz Ex-diretor vai cumprir pena em regime domiciliar no Rio de Janeiro | Antonio Cruz/Agência Cruz

O ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, deixa a carceragem da Polícia Federal (PF) em Curitiba e segue agora para o Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais.

O executivo vai cumprir pena em regime domiciliar no Rio de Janeiro, depois de um acordo de delação premiada sobre um esquema de lavagem de dinheiro da Petrobras, descoberto na Operação Lava Jato.

A advogada Beatriz Catta Preta, que defende o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, disse que seu cliente terá proteção permanente da Polícia Federal. “Ele ficará em casa, em prisão domiciliar, e só poderá sair de casa com autorização judicial. Se, no prazo de um ano, não houver sentença prolatada nos autos onde corre o acordo [de delação premiada], ele fica em liberdade aguardando a prolação da sentença”, disse a advogada.

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Catta Preta acrescenta que, com a decretação da sentença, o juiz avaliará a colaboração de Costa e os efeitos alcançados para o processo. “Ele vai, então, aplicar a pena que, segundo o acordo, tem seu patamar máximo de dois anos em regime semiaberto”, explica.

No cumprimento da pena em prisão domiciliar, o ex-diretor usará uma tornozeleira eletrônica. Costa, investigado pela PF, decidiu colaborar com as investigações em troca de redução de pena.


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