Colisão de drone com avião de Eduardo Campos é descartada

Por Tercio Braga
Local da queda do jato de Eduardo Campos | Paulo Whitaker/Reuters Local da queda do jato de Eduardo Campos | Paulo Whitaker/Reuters

A Polícia Civil descartou que um drone tenha colidido com o avião que levava o candidato à Presidência Eduardo Campos, causando a morte do político e de mais seis pessoas no último dia 13 de agosto em Santos, no litoral de São Paulo.

Segundo a investigação, um Vant (Veículo Aéreo Não Tripulado) da Aeronáutica, do modelo Acauã, era suspeito de ter se chocado contra o jato.

A hipótese parecia ainda mais provável após duas rodas pequenas terem sido encontradas entre os destroços do avião, conforme indicou um ofício enviado ao comandante da Aeronáutica, o tenente-brigadeiro Juniti Saito, em assinado pelo procurador da República, Thiago Lacerda Nobre.

Apesar disso, a rodas seriam de um carrinho de bebê que estava dentro do avião que levava o ex-governador de Pernambuco.

Dois dias antes da queda, perto da base aérea onde o jato deveria pousar, uma área especialmente delimitada para o voos de aeronaves não tripuladas havia sido delimitada para um evento. A atividade dos Vants na área também foi avisada pela FAB (Força Aérea Brasileira) na mesma data.

O acidente também é alvo de um intrincado inquérito na Polícia Federal, que tenta descobrir quem era o verdadeiro dono do avião – há indícios de que a venda do jatinho envolveu sonegação fiscal.

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