TCU adia decisão sobre inclusão de Graça Foster em processo sobre Pasadena

Por Tercio Braga
Presidente da Petrobras Graça Foster | Antônio Cruz/Agência Brasil Presidente da Petrobras Graça Foster | Antônio Cruz/Agência Brasil

O TCU (Tribunal de Contas da União) adiou nesta quarta-feira, pela terceira vez, a análise sobre um eventual bloqueio de bens da presidente da Petrobras, Graça Foster, por prejuízos causados na compra da refinaria de Pasadena, nos EUA.

O ministro Aroldo Cedraz pediu vista do processo. A tendência é de que a executiva seja responsabilizada a devolver dinheiro aos cofres públicos, mas sem ter os bens indisponíveis. O julgamento foi interrompido com 5 votos contrários ao bloqueio de bens e dois a favor.

O ministro relator, José Jorge, apontou que Graça Foster autorizou a compra dos 50% restantes da refinaria — prevista em contrato — apenas no fim da disputa judicial. A demora gerou um prejuízo de US$ 90 milhões.

Os 11 ex-diretores da Petrobras seguirão com os bens indisponíveis e condenados a pagar multa de US$ 792 milhões. 

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