Geraldo Alckmin é atacado em debate em São Paulo

Por Tercio Braga
Alckmin afirmou que Alckmin afirmou que ‘a gravidade da seca obrigou a população a se conscientizar’ sobre o problema | Fábio Braga/Folhapress

O governador de São Paulo e candidato à reeleição pelo PSDB, Geraldo Alckmin, foi o principal alvo dos ataques no segundo debate entre os candidatos ao governo, nesta segunda-feira. O tucano debateu pela primeira vez com os oponentes, após não ter comparecido ao debate na Band no último sábado por causa de uma infeção intestinal.

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Alckmin foi atacado por quase todos os adversários no debate promovido por UOL, Folha, SBT e Jovem Pan. O principal assunto em debate foi a falta de água no Estado. Alexandre Padilha (PT) disse que o tucano não fez as obras necessárias. Alckmin se defendeu e afirmou que “a gravidade da seca obrigou a população a se conscientizar” sobre o problema.

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Outro que atacou diretamente Alckmin foi o candidato do PMDB, Paulo Skaf. Ele afirmou que os índices de criminalidade aumentaram na gestão tucana. Ele citou que o pico ocorreu no fim dos anos 1990, quando Alckmin era vice de Mário Covas (PSDB).

Alckmin afirmou que o partido de Skaf, PMDB, governou em São Paulo antes de o PSDB assumir com Luiz Antônio Fleury Filho. “Na época do Fleury, não tinha nem gasolina para as viaturas rodarem”, afirmou Alckmin.

Mais ataques
O clima também esquentou quanto Alckmin se defrontou com Laércio Benko (PHS). O tucano perguntou ao candidato quais seriam seus projetos para o transporte. Benko não poupou críticas. “Minha proposta é tirar do papel tudo o que está no papel no seu governo há 20 anos. Eu ainda tinha cabelo quando começou o Rodoanel. Hoje tem pedágio, mas não está totalmente concluído”.

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