Agnelo Queiroz e Arruda viram alvos em debate da Band

Por Nadia
Candidatos conversam com assessores antes de debate | Andressa Anholete/Metro Brasília Candidatos conversam com assessores antes de debate | Andressa Anholete/Metro Brasília

As duas horas de duração do primeiro debate televisionado com os candidatos ao governo do Distrito Federal, organizado pelo Grupo Bandeirantes e transmitido pela Band e pela BandNews FM, foram marcadas por troca de acusações e poucas propostas. Os principais alvos foram o governador Agnelo Queiroz (PT), criticado por suposta ineficiência na gestão, e o ex-governador José Roberto Arruda (PR), chamado de “ficha suja” pelo candidato Toninho do PSOL. Também houve críticas de Agnelo dirigidas ao candidato do PSDB, Luiz Pitiman, e ao candidato do PSB, Rodrigo Rollemberg.

No primeiro bloco, os cinco candidatos responderam à pergunta: “Qual será sua primeira medida como governador do Distrito Federal?”. Primeiro a responder, o governador Agnelo Queiroz disse que em 1º de janeiro de 2015, estará na rua trabalhando, visitando obras que iniciou. “O Distrito Federal estará muito melhor do que aquele que eu recebi em 1º de janeiro de 2011.”

Segundo a responder, José Roberto Arruda anunciou o tom que seguiria dali para frente: “Quatro anos atrás fui tirado do governo, preso, humilhado e, graças a Deus, estou aqui para dar as explicações necessárias e resgatar minha dignidade. Retomarei meu governo, de obras, que foi interrompido por um golpe.”

Rodrigo Rolllemberg prometeu mandar um conjunto de propostas à Câmara Distrital para tornar o governo do Distrito Federal mais transparente. “Vamos criar um conselho formado por pessoas da sociedade civil para fiscalizar as contas públicas”, afirmou. Toninho do PSOL foi a mesma linha de Pitiman e prometeu auditoria nas contas públicas, inclusive nas contas para a construção do estádio Mané Garrincha. Luiz Pitiman prometeu reduzir o número de secretarias e cargos comissionados.


Hora do ataque

O debate esquentou no segundo bloco, quando foram feitas as perguntas de candidato para candidato. Toninho do PSOL escolheu Arruda para fazer sua primeira pergunta da campanha foi retomado. “Por que sua insistência em se candidatar depois de envergonhar os eleitores do Distrito Federal?” A resposta de arruda foi: “É melhor decidir qual é o seu lugar: jogador ou juiz. Quem vai decidir sobre minha candidatura é a Justiça, a Justiça é soberana”.

O segundo bloco também foi marcadoi por troca de acusações entre Agnelo Queiroz e Rodrigo Rollemberg. A provocação veio de Rollemberg, qu escolheu perguntar a Agnelo: “O senhor está novamente prometendo ampliar o Metrô, mas não construiu sequer um quilômetro. Como o senhor quer que a população acredite?” Agnelo optou por valorizar a troca de frota de ônibus do DF e os investimentos feitos no Expresso DF. Na réplica, Rollemberg classificou o governo de “apagão de gestão”. O governador, então, revidou: “O senhor passou quatro anos no Senado e um dos únicos projetos que apresentou foi para passar recursos do Orçamento do DF para o Entorno”.

 

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