"Profecias negativas" têm atrapalhado a economia, diz Dilma

Por Tercio Braga
Dilma Rousseff durante sabatina pela CNI / Reprodução/CNI Dilma Rousseff durante sabatina pela CNI / Reprodução/CNI

A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, afirmou nesta quarta-feira, durante sabatina promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que “profecias negativas” durante o período eleitoral têm dificultado a economia do Brasil.

De acordo com a presidente, o mesmo critério se aplicou antes da realização da Copa. “Tentam forçar a realizações de profecias negativas em período eleitoral. São avaliações absurdamente negativas na capacidade do Brasil, como em realizar a Copa”.

Dilma diz que as “profecias” derrubam a expectativa de crescimento. “Essas profecias criaram efeitos significativos na economia. Vale lembrar que estamos em sétimo lugar no crescimento entre os países do G20. Não podemos ser arrastados por essas avaliações”.

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A petista ainda afirmou que sempre manteve um diálogo aberto com a indústria e que adotou todas as medidas corretas para enfrentar a crise mundial.

Industria

Dilma afirmou que nunca deixou de dialogar com as indústrias e que o crédito sempre foi garantido em seu governo. Candidata à reeleição pelo PT, ela voltou a destacar a crise mundial como fator que dificultou o crescimento brasileiro.

“O crédito sempre foi garantido no meu governo para a atividade produtiva”, afirmou. “Sempre tivemos diálogo constante com a CNI, claro que nem sempre concordando em tudo”.

Sobre as medidas adotadas contra a crise, Dilma lembrou a redução do IPI para automóveis e produtos da linha branca. “Nossas medidas não têm caráter apenas de curto prazo, mas de meio/longo prazos. Temos um amplo compromisso com a produtividade da indústria”.

“Fizemos uma política em favor da indústria brasileira, de preço, prazo e qualidade”, disse Dilma sobre a crise. “Claro que medidas protecionistas dificultaram e muito a exportação das indústrias.”

A presidente ainda prometeu adotar novas medidas para favorecer o crescimento a e competitividade da indústria para as exportações.

Debates

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