Ex-diretor da Petrobras pede novo habeas corpus

Paulo Roberto Costa, à dir., é suspeito de lavagem de dinheiro | Antônio Cruz/Abr/Arquivo Paulo Roberto Costa, à dir., é suspeito de lavagem de dinheiro | Antônio Cruz/Abr/Arquivo

A defesa do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa entrou com novo pedido de habeas corpus após a prisão temporária ter sido convertida em prisão preventiva. Costa é investigado por receber propina de um doleiro. Responsável pelo abastecimento da estatal, ele vai continuar preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.

Paulo Roberto Costa teve a prisão temporária convertida em prisão preventiva, que tem prazo indeterminado. O ex-diretor da estatal foi preso na última quinta-feira, por policiais da operação “Lava-Jato”, que investiga o crime de lavagem de dinheiro.

De acordo com o chefe de comunicação da Polícia Federal, Paulo Gomes, o ex-diretor da Petrobras teria destruído provas e ainda recebido propina do doleiro Alberto Youssef.

Costa foi ouvido esta semana, mas se manteve em silêncio. Nos próximos dias, outras pessoas envolvidas no esquema de lavagem de dinheiro devem prestar depoimento.

A operação prendeu 24 pessoas e atuou em 17 cidades do Paraná, além de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Mato Grosso e no Distrito Federal.

De acordo com a polícia, a quadrilha movimentou R$ 10 bilhões irregularmente. A defesa do ex-diretor da Petrobras entrou com novo pedido de habeas corpus no TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região, em Porto Alegre.

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