Band se mobiliza para o "mundo novo", diz Johnny Saad

Por Tercio Braga
Johnny Saad, presidente do Grupo Bandeirantes, discursou sobre a programação da emissora / Carol Gherardi/Band Johnny Saad, presidente do Grupo Bandeirantes, discursou sobre a programação da emissora / Carol Gherardi/Band

Consumir conteúdo em qualquer lugar e a qualquer hora. É assim que se comporta o novo consumidor de informação na percepção de Johnny Saad, presidente do Grupo Bandeirantes.

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O empresário, que abriu o dia de trabalho na convenção anual da Band, em São Paulo, ressaltou a estratégia do Grupo de atuar fortemente em multiplataforma.

“Estamos reaprendendo a produzir conteúdo de diversas maneiras para diferentes plataformas. No out of home, por exemplo – tvs em metrô, ônibus , terminais rodoviários e aeroportos – aprendemos a usar a imagem sem o som, como fazia Charles Chaplin. Esse aprendizado criativo está nos fortalecendo e nos preparando para novos desafios de comunicação”, disse.

Pela primeira vez, Johnny Saad comentou a morte trágica do cinegrafista da Band Santiago Andrade, atingido por um rojão durante uma manifestação no Rio de Janeiro.

“A morte de Santiago foi um divisor de águas. Mostrou que esses movimentos ocorridos depois de julho não são democráticos nem legítimos. Foram feitos por profissionais com carteira assinada e tiveram um efeito nefasto para o país. Prejudicaram a indústria , o comércio e mancharam a imagem do Brasil no exterior, afastando investidores. Chega, não queremos mais isso”, concluiu.

A convenção anual da Band reúne a direção de todos os veículos do Grupo Bandeirantes e das emissoras afiliadas em todo o país. Em pauta as iniciativas tecnológicas do Grupo, programação e as coberturas especiais de 2014, como a Copa do Mundo e eleições.

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