Justiça rejeita pedido de João Paulo Cunha para deixar presídio

Por george.ferreira

A Justiça rejeitou o pedido do ex-deputado federal João Paulo Cunha para deixar o Complexo Penitenciário da Papuda durante parte do dia e concluir o curso de Direito.

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Ele frequentou a faculdade de Direito na Universidade Paulista até o quarto ano, em Brasília.

Prisão 

Cunha foi preso no último dia 4 para cumprir a condenação no processo do mensalão (Ação Penal 470). O ex-deputado cumpre pena inicial de seis anos e quatro meses de prisão em regime semiaberto pelos crimes de corrupção e peculato.

Antes de se entregar, no início da noite do dia 4, Cunha divulgou uma carta na qual dizia que o julgamento do mensalão foi um “show midiático”. João Paulo reafirmou sua inocência na carta e ressaltou que seguiria a lei e se entregaria para “cumprir a injusta absurda pena” a que foi sentenciado.

O ex-deputado aguarda ainda que o Supremo analise recurso de sua defesa contra a condenação a três anos de prisão por lavagem de dinheiro, o que deve ocorrer neste ano.

Renúncia

Cunha encaminhou no último dia 7 sua carta de renúncia ao secretário-geral da Câmara dos Deputados, Mozart Paiva. O documento foi entregue pelo advogado de João Paulo, Luiz Eduardo Yukio Egami na Secretaria-Geral da Casa.

“É com a consciência do dever cumprido e baseado nos preceitos da Constituição Federal e no Regimento Interno da Câmara dos Deputados, que eu renuncio ao meu mandato de deputado federal”, diz o breve texto assinado por João Paulo.

 


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