Justiça gaúcha proíbe venda de andadores para crianças no Brasil

Por george.ferreira
No ano passado, 850 crianças de 7 a 15 meses receberam atendimento de urgência por acidentes com andadores / Reprodução Stock-XChng No ano passado, 850 crianças de 7 a 15 meses receberam atendimento de urgência por acidentes com andadores / Reprodução Stock-XChng

A proibição da venda de andadores para crianças em todo o Brasil se baseia em pesquisas e acompanha uma tendência do mercado mundial. A decisão foi tomada pela Justiça do Rio Grande do Sul, alegando ser necessário dar mais segurança aos pequenos.

Para a Sociedade Brasileira de Pediatria, o equipamento permite que eles se aproximem de fogões, escadas, piscinas e produtos tóxicos. Além disso, também pode causar outros problemas como o déficit de desenvolvimento psicomotor e encurtamento de tendão, segundo o membro da entidade, Rui Locatelli Wolf.

No ano passado, 850 crianças de 7 a 15 meses receberam atendimento de urgência por acidentes com andadores – 60% delas com lesões na cabeça.

De acordo com o pediatra Rui Locatelli, o andador também antecipa uma fase da vida.

A decisão é de primeira instância e a Associação Brasileira de Produtos Infantis promete recorrer.

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