Com apoio de Suplicy, manifestantes seminus querem voto aberto

Por george.ferreira
Jovens seminus fazem um protesto nesta quarta no gramado em frente ao Congresso Nacional, em Brasília. Eles pedem aos parlamentares que aprovem o projeto que acaba com o voto secreto. Durante a manifestação, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) apoiou os jovens e se mostrou contra o voto secreto | Pedro Ladeira / Folhapress Jovens seminus fazem um protesto pelo fim do voto secreto,  em frente ao Congresso Nacional, em Brasília. O senador Eduardo Suplicy (PT) apoiou os jovens | Pedro Ladeira / Folhapress

Jovens seminus fazem um protesto nesta quarta-feira no gramado em frente ao Congresso Nacional, em Brasília. Eles pedem aos parlamentares que aprovem o projeto que acaba com o voto secreto. A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 43/2013 já foi aprovada na Câmara e é analisada hoje pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Durante a manifestação, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) apoiou os jovens e se mostrou contra o voto secreto.

O projeto enfrenta resistência de muitos parlamentares, que não concordam com votação aberta no caso de vetos presidenciais e indicações de autoridades feitas pela Presidência da República, a exemplo de ministros dos tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União; governadores de territórios; presidente e diretores do Banco Central; procurador-geral da República; chefes de missão diplomática de caráter permanente; e titulares de outros cargos previstos em lei.

A pressão popular contra o voto secreto começou após a Câmara dos Deputados manter o mandato do deputado Natan Donadon (Sem partido-RO), apesar de ele ter sido condenado criminalmente pelo Supremo Tribunal Federal. Donadon está preso desde junho e foi condenado a 13 anos de prisão por peculato e formação de quadrilha.

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