Dilma Rousseff anuncia recursos do PAC no ABC Paulista

Por Tercio Braga
Ela anunciou R$ 2,1 bilhões para obras em 15 favelas da região do Grande ABC; Dilma também comentou sobre a inflação | Roberto Stucker Filho | PR Ela anunciou R$ 2,1 bilhões para obras em 15 favelas da região do Grande ABC; Dilma também comentou sobre a inflação | Roberto Stucker Filho/PR

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, o repasse de 100 kits com retroescavadeiras, motoniveladores e caçambas para municípios com menos de 50 mil habitantes. Segundo ela, investimentos em pequenas cidades são essenciais para o salto no desenvolvimento. “Temos que garantir a esses municípios mais autonomia”, disse Dilma.

Ela anunciou também investimento de R$ 2,1 bilhões (R$ 1,6 bilhão do Orçamento Geral da União e e R$ 514 milhões de financiamento) para obras em 15 favelas da região do Grande ABC. Os recursos irão obras de mobilidade urbana, urbanização, construção de moradia e de contenção de encostas. Os projetos de contenção de encostas englobam em 113 áreas de risco nos municípios de Diadema, Mauá e São Bernardo.

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“Serão R$ 7 milhões para a mobilidade urbana, o que corresponde a 84 quilômetros de corredores de ônibus nas sete cidades da região, beneficiando em torno de 20 milhões de pessoas”, informou a presidenta. Outro objetivo é fazer mais 85 quilômetros de corredores para ônibus na região em uma próxima fase. “Isso deve totalizar quase 170 quilômetros e mudará a qualidade da mobilidade urbana”, enfatizou Dilma.

A presidente anunciou, ainda, a construção de 8,5 mil moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida que serão destinadas a famílias carentes da região do Grande ABC.

Dilma comentou também sobre a inflação. Ela disse que a taxa está sob controle e vai fechar o ano dentro da meta, que é de 4,5%, com tolerância de dois pontos pra cima ou pra baixo. Em entrevista às rádios Brasil Atual e ABC, ela defendeu a responsabilidade fiscal. E afirmou que o governo está levando adiante os pactos anunciados em junho como resposta aos protestos, mas sem comprometer as contas.

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