Ministro agora quer contratar médicos militares e cubanos

Por Tercio Braga
Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assumiu as negociações | Valter Capanato/ABr Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assumiu as negociações | Valter Capanato/ABr

A adesão de apenas 938 médicos ao programa Mais Médicos levou o governo a buscar alternativas para evitar que a rede de saúde cidades do interior fique desassistida.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foi ao Senado negociar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que permite a médicos militares atuarem no SUS (Sistema Único de Saúde) durante a folga ou nos fins de semana. O texto foi aprovado em dois turnos por unanimidade.

Caso a PEC seja aprovada pela Câmara, 6 mil militares que trabalham 20 horas semanais nos quartéis poderão fazer plantões ou trabalhar meio período no SUS.

Em outra frente, o governo admitiu reabrir a discussão para contratar médicos de Cuba. O governo cubano ofereceu 6 mil profissionais. Como o programa só aceita inscrições individuais, a oferta em bloco foi rejeitada num primeiro momento. Os brasileiros que ainda quiserem participar do programa precisam se inscrever até esta quinta-feira.

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