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Por Metro Jornal

20/03/2017 às 2h00

Dizem que a única certeza da vida é a morte, e, mesmo assim, poucas são as pessoas que se preparam financeiramente para este momento. Decisões devem ser tomadas, e elas podem ter custos altos. Por isso, aconselha-se traçar um planejamento e garantir menos dor de cabeça aos amigos e familiares.

Segundo a Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros), mesmo sendo considerado um tabu, o tema deve ser enfrentado com maturidade e consciência por todos. “É importante pesquisar, fazer escolhas e orçar os serviços e produtos”, diz o presidente da Abefin, Reinaldo Domingos.

Para ele, a dor da perda de um ente querido costuma ser grande e gera fragilidade, dificultando a capacidade de lidar com questões práticas e financeiras. Muitos, por falta de planejamento, acabam pagando mais do que o necessário pelos serviços contratados.

“Cientes dos gastos, é recomendável que as pessoas comecem a poupar e a construir uma reserva financeira, sempre esclarecendo para os familiares a sua finalidade. Com certeza, essa será uma preocupação a menos para eles quando chegar a hora”, afirma Domingos.

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