Sérgio Cabral renuncia ao Governo do Estado do Rio

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Por band.com.br

03/04/2014 às 18h53

Sérgio Cabral (PMDB-RJ) | Antonio cruz/Abr

Sérgio Cabral (PMDB-RJ) | Antonio cruz/Abr

O presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro), Paulo Melo (PMDB), recebeu nesta quinta-feira (3) a carta-renúncia do governador Sérgio Cabral Filho e a levou ao conhecimento dos deputados durante sessão plenária esta tarde.

De acordo com informações da BandNews FM Rio, Cabral não compareceu à sessão. A Lei de Inelegibilidades (Lei Complementar nº 64/1990) estabelece prazos para que agentes públicos deixem o governo para não ficarem inelegíveis durante as eleições. O prazo para agentes públicos que pretendem concorrer a um cargo eletivo nas eleições de outubro termina neste sábado (5).

Na carta, em poucas palavras, Cabral declarou sua renúncia ao cargo para o qual foi reeleito e tomou posse no dia 1º de janeiro de 2011. Ele fundamentou a decisão no Inciso 6 do Artigo 99 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro no disposto no Parágrafo 6 do Artigo 14 da Constituição Federal.

Em seguida, Melo declarou vago o cargo de governador fluminense, convocando o vice-governador, Luiz Fernando de Souza Pezão, para prestar juramento e tomar posse em substituição a Cabral.

A solenidade extraordinária de posse do vice ocorrerá nesta sexta-feira (4) às 9 h, na Alerj. Pezão exercerá o cargo de governador até o dia 31 de dezembro deste ano.

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  • Edilson Santos

    Governo do PT prepara privatização em massa no brasil, eles diziam que a privataria era tucana.

  • Roberta

    Boa noite, meu nome é Roberta, sou professora de Educação Infantil e do fundamental I, fico indignada ao assistir os comentários dos ditos” especialistas” em crianças, quando se colocam a favor das “pobres e inocentes” crianças. Convido, aliá, convoco qualquer especialista para passar um único horário dentro das nossas escolas. Vocês vão ficar impressionados/indignados com a falta de RESPEITO, que mmuuuiiitttasssss crianças demonstram e agem conosco, professor.
    Classe trabalhadora e necessária para TODOS os âmbitos profissionais. Cada vez mais massacrada por pessoas que acusam, ao invés de investigar realmente o por quê de tanta agressividade infantil. É fácil crucificar o adulto e ter a ousadia de chamar o professor de DESPREPARADO e afastá-lo da função que exerce. Quando um vídeo é postado por um aluno, ninguém fala de inquérito, mesmo sabendo que por trás dessa criança, muitas vezes ainda de menor, existe um adulto que responde por seus atos. Mas quando é um profissional de educação, na tentativa de buscar ajuda familiar e dos órgãos competentes, é feita uma grande revolução. É “fácil atirar pedra em cachorro morto.”
    Precisamos mesmo e com a maior brevidade possível, fazer um trabalho social com as famílias e exigir o que de fato é necessário: acompanhamento, respeito …honestidade.